A seção Fórum Circense foi criada com o objetivo de suscitar debates, discussões e confronto de opiniões de forma a repercutir as publicações do blog. Também objetivamos abrir espaço pra comentários que, embora possam não ter ligação direta com as matérias abordadas pelo Projeto Circo da Imprensa, possam contribuir com a editoria.
Fórum Circense Segunda-feira, Abr 7 2008
12:26 pm
9 Abril, 2008 às 8:06 pm |
Prezados leitores:
Recebemos algumas críticas no nosso endereço de e-mail com relação ao tamanho das imagens postadas. Pedimos sinceras desculpas pelo transtorno de obrigá-los, algumas vezes, a apertar os olhos para ler determinados textos. O que acontece é que o espaço que nosso servidor disponibiliza para o tamanho de imagens é assim, pequenininho. Nas próximas postagens, faremos várias imagens e colaremos uma a uma, de forma a dar a seqüencia em que o texto foi publicado originalmente.
Para eventuais suspeitas de montagem gráfica (nós mesmos talvez duvidássemos dos absurdos que a imprensa publica, se o blog não fosse feito por nós), guardamos um exemplar de cada edição citada em arquivo.
Quem sentir-se na incontrolável vontade de ver com os próprios olhos tais absurdos, contate-nos através do nosso e-mail: circodaimprensa@yahoo.com.br
Um abraço e muito obrigado pelas mais de 800 visitas em apenas uma semana. Aliás, hoje é nosso aniversário!
Equipe Circo da Imprensa.
10 Abril, 2008 às 12:07 am |
Meu primeiro e, possível, único comentário, já que não sei escrever e não sou dada a essas “viadagens” (brincadeirinha).
Gostaria de registrar minha tristeza por não estar exposta aqui a “chamada” da brilhante promoção realizada pelo jornal Correio de Araucária no período em que o Circo… hum não lembro o nome, aquele do Dedé, esteve na cidade. Fiquei emocionada quando vi o cupom. O título da maravilhosa promoção era “Vá no Circo”. Digno! Muito digno!
11 Abril, 2008 às 1:31 am |
por uma série de fatores, estou conseguindo só agora postar meus comentários.
acredito, que o circo da imprensa não vem denegrir a imagem dos colunistas e nem dos jornais locais.
vem para fazer com que as matérias fiquem melhores e mais claras, e para que seus leitores não pensem estar participando daquele antigo programa da TV GLOBO, VOCÊ DECIDE, nesse caso, onde o leitor tem que escolher o final das matérias e das piadas.
quantos aos colunistas, o circo da imprensa vem pedir para que eles se empenhem melhor nas suas pesquisas, afinal já que quer ter uma coluna no jornal, saiba o que está escrevendo nela, isso é o mínimo que esperamos, mas enquanto isso não acontece…
vamos contar piadas, viver 10 anos em 2, e comemorar o dia das mulheres com as 300 mudas “s” urfistas.
11 Abril, 2008 às 1:58 am |
se o jornal, o popular do paraná, é o mais lido em araucária do que a própria gazeta do povo, porque então muitas vezes vemos um certo descaso nas suas matérias?
com base nesses números, o jornal não deveria respeitar mais seus leitores?
o popular do paraná, além de araucária, onde mais ele circula?
quantas são as edições do dialogando, ou melhor, a quanto tempo esse jornal vem sofrendo com essas palavras na coluna do estagiário?
qual o motivo das fotos do “jóinha”?
porque “ja” virou correio de araucária?
porque era de graça, depois resolveram cobrar, e novamente resolveram não cobrar?
agora o correio de araucária tem um slogan, É BOM É GRÁTIS, quando era cobrado não era bom?
o marco zero é um JORNAL MUITO, muito o que?
são perguntas validas
será que o circo da imprensa pode me ajudar com essas questões?
11 Abril, 2008 às 12:46 pm |
Eu acho que está na hora de dar o próximo passo. Eu não sei o que vcs têm em mente, mas acho que, uma vez que a idéia já foi aprovada, já se pode ir mais longe.
Além da sugestão anterior (de fazerem seu próprio jornal aqui no blog), sugiro tbém que saiamos dos limites municipais. Inclusive, há outros jornais de pequeno porte que circulam em Araucária. E, além disso, a imprensa televisiva tem furos ótimos que poderiam ser muito bem aproveitados aqui. E acho, tbém, que as postagens da administração do blog poderiam ser diárias com, no mínimo, 3 artigos.
Acho que a idéia do projeto acaba oferecendo outras vertentes que podem enriquecê-lo.
11 Abril, 2008 às 12:56 pm |
Gazzola:
Muito obrigado pelos seus comentários e questionamentos. Porém, de todas as suas perguntas, eu só posso responder uma: “O Marco Zero é um jornal muito” é uma idéia de slogan que talvez eles mesmos publicassem. Essa idéia surgiu observando as matérias que eles não publicam por inteiro, como por exemplo a piada mostrada na imagem. O final é sempre uma incógnita. Enviaremos uma nota ao jornal pedindo o final da piada em questão na próxima edição, talvez o estilo “neverending” seja uma forma encontrada pelo jornal de fidelizar seu público. Sabe-se que vários autores de sucesso escreviam para jornais no começo da carreira, um pouquinho a cada semana. Esperamos sinceramente que o caso seja esse mesmo, seria muito triste imaginar que absolutamente ninguém faz a revisão do jornal.
Quanto às outras perguntas… enfim, nossas próprias postagens já são questionamentos acerca de alguns dos assuntos que você citou. Para não deixá-lo sem uma resposta, e visto que não podemos dar tal resposta, enviaremos notas a cada um dos jornais citados perguntando-os sobre os assuntos que você pôs em pauta. Assim que recebermos uma resposta, SE recebermos uma resposta, publicaremos. Pedimos sua paciência e agradecemos imensamente sua participação.
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
11 Abril, 2008 às 1:09 pm |
Olga:
Peço desculpas por não ter respondido sua sugestão anteriormente. Agradecemos novamente sua participação. Pensamos seriamente em fazermos um jornal aqui no blog. No entanto, isso ainda é inviável, por diversos fatores. Por fazermos um trabalho gratuito, temos (infelizmente) que trabalhar com outras coisas. Estamos avaliando a possibilidade de fazer um mini-jornal: nesse momento, preparamos duas matérias especiais com base em cruzamento de dados entre várias matérias de jornais diferentes, pesquisa jurídica e todo o aparato teórico que uma matéria séria e extensa exige. Assim que o trabalho estiver pronto, publicaremos.
Os jornais de pequeno porte, por não terem uma distribuição expressiva, nem sempre chegam às nossas mãos. No entanto, esse também é um assunto debatido entre os membros da equipe. Estamos tentando uma forma de receber sempre as edições dos jornais menores. Se conseguirmos, acredite, estaremos de olho neles também.
Fazer a leitura crítica dos jornais já observados é um trabalho divertido, porém árduo.
Assim que tivermos uma equipe maior partiremos para os jornais maiores, circulação estadual e quiçá nacional, e talvez outras mídias, mas por enquanto não temos a possibilidade técnica.
Quanto à atualização do blog, tentamos postar todos os dias, mas a obrigatoriedade de postagens diárias e quantidade mínima poderia afetar a qualidade do nosso trabalho.
Mas logo logo virão mais postagens diárias… tem jornal que ainda não saiu nessa quinzena…
Agradecemos sinceramente suas sugestões, críticas e comentários diversos.
11 Abril, 2008 às 2:19 pm |
Ok. Vou divulgar o blog a algumas pessoas que possam se interessar. Só que eu não conheço pessoas só de Araucária, conheço pessoas de Curitiba e, até mesmo, de outros estados e acho que se elas pintarem por aqui e virem somente coisas de Araucária das quais elas nada sabem, vão perder o interesse imediatamente. Por isso, sugeri, não mudanças, mas aprimorações. Embora eu não tenha nada a ver com essa equipe, tampouco com o projeto, eu quero, tanto quanto vcs, que dê certo.
11 Abril, 2008 às 8:40 pm |
Boa noite,
A idéia de publicar um blog que faça a revisão dos jornais locais é ótima, uma vez que os respectivos editoriais não puderam perder tempo com isso, tão ocupados estavam à caça de novas amenidades, digo, notícias.
Continuarei acompanhando avidamente o desenvolvimento desse projeto.
Parabéns!
☺☻☺
11 Abril, 2008 às 8:47 pm |
eu quero uma melhora no policiamento em Araucária, poque acontese muitos assautos aqui e depois das 8:30pm você ve muitos homems e mulheres sobre o efeito da pedra, e tambem quero que o Olizandro saia da prefeitura.
12 Abril, 2008 às 2:02 pm |
Eu tbém quero!
13 Abril, 2008 às 10:05 pm |
Muito bom, parabens pela iniciativa. “Va no circo” observado pela Ana Paula foi demais.
13 Abril, 2008 às 10:23 pm |
Willian:
Todos nós queremos essa melhora no policiamento em Araucária. O dado apurado por você no tocante à freqüencia dos assaltos é real. Infelizmente, nem sempre a imprensa concorda. Há casos em que se disfarça esse problema tão sério mesclando dados não muito importantes. Acerca disso, estamos preparando uma matéria especial sobre segurança pública.
A noite é um período complicado mesmo. O uso de drogas (é o que achamos que você cita ao se referir à “pedra”) é algo que assusta e indigna de verdade. Talvez uma melhora no policiamento resolva ou atenue esse problema, embora existam também outras soluções a longo prazo.
É um direito seu querer que o Prefeito Olizandro saia do seu cargo. O que você pode fazer sobre isso é votar em outro candidato. No entanto, a Equipe Circo da Imprensa não tem pretensões políticas. Não é nosso dever nem nossa vontade “tirar” ou indicar alguém para ocupar cargos públicos. Nosso trabalho é exclusivamente relacionado à imprensa de Araucária. O que nos comove negativamente é saber que os jornais, hoje em dia, são praticamente panfletos eleitorais, e isso independe de quem ocupa o cargo de prefeito da cidade. Foi assim antes, é assim agora. Tomara que nosso trabalho faça isso mudar.
Um forte abraço, continue nos visitando sempre que puder.
13 Abril, 2008 às 10:24 pm |
Olga:
Qual das reivindicações é semelhante à sua vontade mesmo?
14 Abril, 2008 às 11:51 pm |
Ana Paula, Jonathan e Rosane:
Obrigado pelas suas visitas, esperamos vê-los sempre por aqui!
18 Abril, 2008 às 12:40 am |
Ei,
É nessa sexta que se comemoram os 2.000 acessos!!!
Vai ter bolo?
Não vamos deixar passar…
18 Abril, 2008 às 9:46 pm |
Jonathan:
Comemoramos os 2000 hoje, sim.
Infelizmente não teremos um bolo.
Ao que nos parece, a aceitação do nosso blog, refletido na quantidade de acessos em tão pouco tempo, demonstra que a população anda tão insatisfeita com a mídia local quanto nós mesmos.
Não se preocupe, em pouco tempo haverá reuniões abertas ao nosso público.
Um abraço, não deixe de participar!
21 Abril, 2008 às 2:00 pm |
Voltei!
Será que alguém já contou quantas vezes foram publicadas matérias sobre o hospital municipal. Eu não agüento mais ouvir falar disso. Acho bonito, acho digno, acho importante, acho imprescindível todas as grandes obras que a administração atual vem realizando, mas acho também que não é mais do que obrigação de uma pessoa que foi eleita pelo povo trabalhar para o bem da cidade. Ganha pra isso. Penso que a impressa local deveria se ocupar mais com outros assuntos e não tomar partido sempre de quem está no poder, é até feio. Penso eu que obras importantes falam por si no momento certo. Quando forem realmente úteis. Quando estiverem prontas. Penso até que se isso é uma estratégia eleitoreira, deveria ser guardada para o momento apropriado. Agora, o hospital, o mercado municipal, nem estão prontos e já estão desgastados. A inauguração nem vai ser novidade. Quantas vezes já inauguramos o hospital? É quase impossível falar da imprensa local sem falar de “política” (se é que é política o que acontece em Araucária). Não vejo liberdade de expressão. Vejo que alguém deve estar ganhando algum dinheiro da prefeitura (não afirmo isso, digo que a situação sugere isso) pra falar bem o tempo todo. E o dinheiro público é pra isso? Vamos investir menos em propaganda e mais em mais obras. Todo mundo vai ver. Quando eu estiver passando por uma rua asfaltada, saberei que estou passando por uma rua asfaltada. Quando meu filho for bem atendido em um bom hospital, saberei reconhecer isso. Quero saber o que a população está produzindo. O que um povo que têm emprego, asfalto, boa saúde, acesso à cultura e etc, está fazendo com isso? Isso é matéria para imprensa. Não a milésima visita que os secretários fizeram a obra do mercado municipal para entender que o Prefeito não está de brincadeira. O mínimo que se espera é que o Prefeito não esteja de brincadeira. É sobre nossas vidas que estamos falando. Não sobre quem ganha ou não ganha a próxima eleição. É sobre nossa segurança, nossa saúde e a educação de nossas famílias que estamos falando. Claro que os jornais chegam a nossas mãos cheio de erros. Não é feito para acrescentar nada a ninguém, só tenta fazer uma lavagem cerebral (bem mal feita), pra votarmos nesse ou naquele. Parem de subestimar a inteligência da população e construam um trabalho para enobrecer a própria alma, conseqüentemente, será bom pra todo mundo. Ufa! Acabei… por enquanto!
22 Abril, 2008 às 8:07 pm |
Freud explica…
Mas, as coisas precisam ser explicadas? Sei lá… Cá entre nós, é tão bom criticar, apontar os erros, falar mal dos outros e blá, blá, blá. Não tenham vergonha, é natural do ser humano sentir um leve prazer em ver a desgraça alheia ou então, posar de dono da verdade (tipo o que estou fazendo agora). Estava ansioso para ver algo diferente e “verdadeiro” , como dito no editorial, mas esqueci “Não existe verdade absoluta”, logo (imaginem um cricrilar), deixa pra lá… Pude notar que vocês têm seus vinte e poucos anos ou mais. É nessa hora que entra nosso amigo Freud; acho que apesar da idade, suas mentes ficaram aprisionadas pelo espírito contestador da adolescência… Estou aventurando-me por esse mundinho virtual para deixar uma sugestão: apresentem suas idéias, mas as suas, não vale usar crtl+c, crtl+v ou então, repetir o que os grandes pensadores já disseram… Criem algo, mostrem a nós, simples mortais, um pouco da luz da vossa verdade. Penso que seria, no mínimo, interessante, ver algo sobre a nossa cidade, por um outro ponto de vista. Como já dizia aquele amigo chato: “Tanta miséria no mundo, e a gente discutindo futilidades…”.
22 Abril, 2008 às 10:48 pm |
“É a vida mostrando-se para mim como Deus a Moisés”.Bráulio Pedroso
24 Abril, 2008 às 6:54 pm |
http://img99.imageshack.us/img99/2034/imagemfs8.jpg
notícia retirada do site araucariaonline (notícia distorcida, mas eu não resisti).
enfim, sobre o problema das imagens do blog, vocês podem criar uma conta no http://photobucket.com/ , um serviço gratuito de hospedagem de imagens.
assim vocês não precisam ficar recortando a imagem várias vezes.
sobre o blog em geral, enquanto as críticas continuarem sendo construtivas, acho totalmente válido. só não se foquem em erros bobos de digitação. por mais engraçados que estes pareçam, eles simplesmente acontecem, e na correria de uma redação para entregar o jornal, erros assim são completamente justificáveis.
abraços.
26 Abril, 2008 às 2:26 pm |
Carlos Poly
Outro dia, em um dos espaços destinado aos comentários, manifestou-se certo indivíduo extremamente afetado com o fato de que um dos colaboradores deste blog foi “entregador de jornais”, – trabalho digno, devemos ressaltar – e agora desfere ácidas críticas aos jornais que “circulam” em nossa cidade, mostrando os grosseiros erros cometidos (como se algumas matérias fossem escritas por adolescentes, acrescentamos). Tal afetação, se bem entendemos, dava-se graças à já citada ocupação de nosso colaborador e também ao fato de que o mesmo não possui um “canudo”, símbolo que lhe conferiria perante os olhos de alguns, o direito de dizer: “não se escreve ‘avendia’ e sim, avenida”. Enfim, seguindo o mesmo viés que você, perguntamos: como Freud explicaria isso? Confessamos que não somos estudiosos das obras do pensador de Příbor, mas, ainda assim arriscamos um palpite.
Talvez, a estranheza sentida por alguns em relação a nosso “projeto” se justifique pelo desconforto a que todos os homens, até mesmo os mais humildes, estão sujeitos quando percebem que a sua obra, ao contrário das expectativas, é vítima de desaprovação. As obras que realizamos são extensões de nosso corpo. É uma das maneiras que encontramos para vencer a natureza, ultrapassá-la. Com nossas obras imprimimos no mundo nossa marca, e quando temos o sucesso esperado nessa empreitada, nele nos destacamos. Cremos que por uma razão parecida, temos tanto apreço por nossos filhos, pois, mesmo inconscientemente, nós os encaramos como nossas “obras” e sentimos grande felicidade quando obtemos sucesso na tarefa de criá-los da melhor maneira possível. Planejamos seu nascimento, nos certificamos de que ele terá as condições necessárias a um bom desenvolvimento e, dando conta disso, orgulhosos, apresentamo-lo ao mundo. E nosso orgulho é tanto que não importa muito o que outros pensem, afinal, ele é o mais belo filho já criado e qualquer pai faria o que fosse necessário para mantê-lo seguro. Isso chama-se instinto de proteção.
Não somos jornalistas, mas arriscamos dizer, em nome da boa organização, que esse honrado profissional faz sua reunião de pauta, decide o assunto, prepara a matéria e finalmente a publica. Aí então percebe que por alguma razão (que ele considera injusta) alguém começa a criticar o seu tão caro trabalho. Não ficaríamos surpresos se esse mesmo “profissional”, ainda embriagado pela sutil, porém amarga, crítica, deixasse escapar um desesperado: “critica, mas quero ver fazer!”. É natural. No entanto, é bom notar que se nós, leitores dos periódicos da cidade, podemos apontar tantos erros com tamanha facilidade, é sinal de que alguma coisa vai muito mal na execução desse trabalho. Somos apenas cidadãos comuns, trabalhadores, operários, mas também somos leitores e como tal, exigimos o mesmo comprometimento que nos é cobrado quando temos que exercer nossas funções. Como leitores, exigimos também respeito. Respeito que faltou ao jornal “O Marco Zero” quando o jornalista responsável decidiu publicar uma piada vergonhosamente racista. Isso não é apenas um afã adolescente, mas o mais simples exercício da cidadania e de maneira alguma sentimo-nos envergonhados por isso.
Para encerrar, gostaríamos de comentar um pouco sobre uma (problemática) palavra que você citou em seu texto. Trata-se da palavra “verdade”. Para sermos mais exatos, reproduzimos o fragmento onde você a cita: “mostrem a nós, simples mortais, um pouco da luz da vossa verdade”. Carlos, conhece o significado da palavra “verdade” para a antiguidade? “Verdade”, em grego clássico, é “alethéia”, e essa palavra tem um sentido peculiar. Alethéia significa “desvelar”, ou seja, tirar o véu, descobrir, revelar, tornar evidente. Perceba que em certo sentido ainda a usamos com essa mesma significação.
Quando criticamos o jornal “oMZ” no episódio da (infeliz) piada, tiramos o véu que dava contornos de inocência a um crime grave. Desvelamos. Mesmo sem elaborar “algo novo” de fato, pensamos que para nós, leitores, já há alguma luz faiscando na imprensa.
Agradecemos a visita.
26 Abril, 2008 às 2:32 pm |
As raias do corporativismo
Tem sido curioso observar a repercussão do Projeto Circo da Imprensa em seus pouco mais de 20 dias de lançamento. As reações sociais publicadas no espaço do leitor são extremadas: há quem considere a empreitada uma grande bobagem, digna de seres imbecis sem mais o que fazer, coisa de adolescente latente, segundo o fotógrafo oficial da prefeitura, e há aqueles que acreditam que o trabalho de achincalhar os jornais locais pode torná los mais responsáveis. É certo que ainda é cedo pra analisar a desenvoltura que o projeto pode atingir e talvez seja muita pretensão acreditar que algumas simples postagens em um blog podem mudar o pensamento provinciano da mídia araucariense.
Agora, divertido mesmo tem sido acompanhar a reação dos profissionais diretamente criticados no blog: jornalistas, colaboradores, colunistas, editores, publishers. Há um consenso aparente de que não é democrático aos órgãos de comunicação se colocarem contra um trabalho feito por cidadãos no direito constitucional de criticar um poder público.Comunicados oficiais ao projeto confirmam isso e até o momento não houve nenhum patrulhamento mais agudo aos integrantes do Circo da Imprensa, embora algumas ameaças veladas e promessas de agressões já tenham circulado nos bastidores. E, realmente, algumas discussões relevantes não apontam mesmo pra princípios grandiosos.
Dia desses, uma nobre colunista da cidade argumentou que não possuímos envergadura moral pra questionar a imprensa. Nem formação acadêmica na área de comunicação temos, disse. Outro disse que se é pra ficar mostrando o quanto os jornais locais são ruins, que façamos um jornal melhor. Também teve quem comentou que é “antiético” falar mal da classe jornalística…Afinal, onde fica o respeito?
A natureza humana é interessante. Temos um impulso natural de rechaçar as críticas, por mais que nos façamos passar por compreensíveis e democráticos, e, muitas vezes, apelamos pra argumentos vazios ou superficiais. O conceito de que é preciso de um diploma pra questionar o trabalho público é típico da mentalidade corporativista, que, ao invés de focar no centro da discussão, a qualidade de trabalho, desvia o foco ao mérito de quem criticou, num exemplo típico de safadeza retórica e arrogância clássica.
Em tempos não tão remotos de ditadores e de repressão à liberdade de expressão, esse raciocínio era natural aos que exerciam o poder. Questionar o poder era visto como um atentado à ordem e se configurava num ato de falta de civismo. E é esse mesmo pensamento que veste os profissionais da comunicação da cidade, conhecedores das memórias de cárcere. Ao invés de se preocuparem em não escrever bobagens, ficam magoados com as críticas de reles cidadãos.
Mas sabemos que, talvez, estejamos enganados e sendo injustos com os profissionais de comunicação de Araucária. Como bem escreveu um leitor no blog, aparente admirador do nosso passado de proibições à livre circulação de idéias, não é certo peão querer se meter a intelectual.
Por Daniel Zanella.
28 Abril, 2008 às 1:20 pm |
Daniel Zanella
Mais uma das nossas concepções relativas e ilusórias.
É claro que você leu as entrelinhas do meu texto, portanto amiguinho, não desvie o foco. Não é a primeira vez que o jornal “oMZ” serve de escudo quando alguém critica o Projeto Circo da Imprensa. A piada racista publicada pelo mesmo merece ser discutida num âmbito jurídico, e o fato de tal absurdo provocar revolta, não tem nada a ver com um afã adolescente. Com tanto talento, desvelar errinhos de português parece algo muito… (muito…). Confesso que me diverti com a resposta, em especial com este trecho: “Carlos, conhece o significado da palavra “verdade” para a antiguidade?”. Então eu pergunto: e o significado da palavra verdade hoje em dia? Ah, os conceitos… Sejam em grego clássico ou em tupi-guarani, foi preciso muita elasticidade para perceber, mesmo que em certo sentido, essa significação no Projeto. No texto “As raias do corporativismo” – o foco é distorcido. Veja este fragmento: “…há quem considere a empreitada uma grande bobagem, digna de seres imbecis sem mais o que fazer, coisa de adolescente latente, segundo o fotógrafo oficial da prefeitura,…”. Será que a análise da coluna do Dioni provocou uma confusão mental? Ou eu superestimei a vossa capacidade de interpretação? Proponho, então, um “Dia de Shiva” (o deus hindu, e não o etílico) – talvez durante o processo alguma radiação eletromagnética pulsante nos tire desta inércia.
28 Abril, 2008 às 8:33 pm |
Olá profissionais do Circo, estou muito lisonjeado em ter tantos profissionais capacitados preocupados com o crescimento do Jornal O Marco Zero, sabemos que não somos perfeitos e temos sempre muito que melhorar, bem diferente de pessoas que acham que são perfeitos. A crítica que os senhores vêm veiculando no blog está nos ajudando muito, tanto para a melhora do conteúdo como para a divulgação do nosso trabalho. Receber essas críticas está sendo o preço que pagamos por ter coragem de colocar em circulação um jornal independente, obrigado pelo serviço gratuito que vocês vêm prestando ao nosso jornal.
28 Abril, 2008 às 10:34 pm |
Elias:
Olá. Agradecemos sua visita e seu comentário, mas não nos veja como “profissionais capacitados”, e sim como cidadãos. Nós nos preocupamos com o crescimento do jornal oMZ tanto quanto nos preocupamos com o crescimento de toda a mídia da cidade. Por mais piegas que seja, ninguém é perfeito. Também aceitamos as críticas dirigidas a nós. Sabemos da ajuda que nosso trabalho dá ao jornal, de vez em quando temos algumas notícias da redação, e, em breve, faremos uma visita oficial à equipe do jornal oMZ. Quanto à divulgação, não sejam modestos, o jornal já é bem conhecido na cidade, com demonstram os comentários feitos pelos nossos leitores. Esperamos sinceramente que ajude quanto ao conteúdo.
Não são só vocês que pagam o preço por fazer um jornal. Já são seis os jornais observados na cidade e estamos aumentando esse número pouco a pouco, seja o jornal independente ou não.
Não agradeça o serviço gratuito, fazemos nosso trabalho por nós mesmos, na qualidade de leitores dos jornais exercendo a cidadania.
Continue nos visitando!
Um forte abraço.
29 Abril, 2008 às 3:41 pm |
Tenho acompanhado diariamente o blog e ficado surpreso e encantado com a forma como vcs desempenham esse trabalho! Até por ter chego em Araucária há não muito tempo atrás, a cada edição dos jornais locais a que tenho acesso me surpreende a facilidade com que se faz campanha a favor de um ou outro candidato político, o que, no meu ponto de vista, garante a condição de que estes não se comprometem(necessariamente) com a verdade dos fatos, ou ainda, utilizam os espaços para ‘fritar’ quem quer que os cause incômodo!
Continuem assim, com o trabalho realmente imparcial e INDEPENDENTE!
Um Abraço
29 Abril, 2008 às 8:58 pm |
Daniel, parabéns pela coragem que vocês estão demonstrando ao manter um blog com essa idéia, pois são poucas as pessoas que tem coragem de dizer o que pensa nos dias de hoje. Pessoas assim têm que ser louvadas e não censuradas, pois estão abdicando da zona de conforto que é se manter no anonimato e colocando seu conhecimento a disposição da sociedade. Claro que às vezes as críticas que recebemos geram um incomodo, mas nessas horas que começamos aprender realmente. Espero ter o prazer de conhecer os outros membros da equipe, pois assim podemos trocar algumas idéias e experiências. Conversaremos mais no nosso próximo encontro no Dueto Café. Um forte abraço.
5 Maio, 2008 às 10:16 am |
O Release Press
Publicamos semana passada um post no Circo da Imprensa que versava sobre uma incrível coincidência: os dois principais jornais locais, O Popular do Paraná e o Correio de Araucária, saíram com matérias absolutamente iguais sobre o Bolsa Artista, no mesmo dia. Só mudava a fonte.
Sem entrar no mérito de que o conteúdo da matéria deixa evidente a posição subalterna dos periódicos ao poder estabelecido, fica a pergunta: quem copiou quem?
O editor do periódico Correio de Araucária Pedro Rodrigues Neto trouxe a luz no fórum do blog:
“Diante do questionamento A=B? há uma explicação bem lógica: como em todos os demais jornais, nós também recebemos material das assessorias de Comunicação…É apenas a utilização de Release Press…Não é o fim do mundo”.
Bem, não houve sabotagem, espionagem ou coisa do tipo entre os jornais locais. Os periódicos copiaram o release que a Secretaria de Comunicação enviou. Release Press são os comunicados enviados por assessorias à imprensa com o intuito de divulgar, informar ou esclarecer determinado assunto. Apesar do conceito ser amplamente difundido nesse mundo cada vez mais globalizado, não é exatamente digno os veículos de comunicação se curvarem a essa prática.
Além de reduzir o trabalho dos jornalistas, o release press, quando inserido nos jornais como se fosse a coisa mais normal do mundo, prejudica a qualidade da informação, diminui a pesquisa e torna os leitores reféns de notícias enlatadas, ou seja, torna o veículo de comunicação um mero portal de resumos e de matérias de fachada.
Aqui, não é o caso de questionar a posição política dos jornais. Cada um defende a ideologia que bem entender. A prática do release ultrapassa isso. É abominável, mentirosa e engana os leitores que acham que compram verdadeiramente um jornal, quando na verdade, adquirem panfletos gigantes sem alma e senso crítico.
Direção de Redação de O Estado de S.Paulo sobre um caso de matérias iguais que saíram em O Estado de S.Paulo e na Folha de S. Paulo, apontado pelo ombudsman da Folha de S.Paulo Mário Magalhães: “O caso apontado pelo ombudsman parece mesmo o caso típico de ‘recorta e cola’. Trata-se de episódio lamentável, que contraria os padrões éticos e de qualidade de O Estado.”
Daniel Zanella
5 Maio, 2008 às 12:17 pm |
Made in Brazil
Estava a comer um hamburger enquanto navegava pela web page do Circo (procurando uma resposta para o meu post), quando tive um insight que provocou certa estranheza em meu ser: Apesar de todo o marketing de paladinos da língua portuguesa, alguns colunistas do site insistem em utilizar palavras estrangeiras para ilustrar suas idéias. Será um efeito colateral da globalização? Ou então aquela necessidade besta de dizer pra todo mundo: “I know how to speak english!”? My gosh! Fomos todos abduzidos culturalmente pelo Uncle Sam… Forget about it! São sintomas da nossa décadence avec élégance. Eu só queria mesmo encher o saco. Hasta la vista baby! I”ll be back…
5 Maio, 2008 às 2:17 pm |
Aldo Rebelo ficaria muito feliz com o comentário postado acima. O uso de palavras estrangeiras é um recurso cada vez mais usual e cabível para elucidar o texto. Ao contrário do que muitos pensam, o estrangeirismo enriquece a língua, desde que usado de forma coerente e compreensível.
“Paladinos da língua portuguesa”. Essa foi ótima. Talvez as postagens do blog denotem isso porque o alvo maior é a língua. Mas denotam isso pelo contexto (informação destinada a um público extenso). Pessoalmente, devo dizer que esse não é o segmento que sigo e sim o da Linguística, defendida ardorosamente por Marcos Bagno.
“Eu só queria mesmo encher o saco”. E está conseguindo! Brincadeira… Seus comentários são muito relevantes e críticos. Continue nos visitando e nos massacrando, quero dizer, deixando sua opinião.
Aproveito o ensejo para agradecer os comentários de Pedro Rodrigues. Acho muito importante que os profissionais dos jornais participem e esclareçam nossas dúvidas.
Bye Bye
Angeline Suellen Pires
5 Maio, 2008 às 3:36 pm |
Angeline Suellen Pires
A gente somos…
Concordo com você, a língua é um instrumento livre de comunicação. Tendo em vista que a identidade lingüística brasileira ainda está em formação. Afinal este país foi invadido/colonizado por várias etnias, com personalidades muito bem definidas. Penso que a diversidade lingüística deveria ser defendida com um pouco mais de entusiasmo. Porém, em nome de uma globalização desigual, há um processo de uniformização e, o idioma é o primeiro a pagar esse pato. A nossa fragilidade cultural é que permite o uso abusivo de palavras estrangeiras, quando existem as equivalentes em português. Mas, falando do que interessa, o que eu realmente queria (além de encher o saco) era provocar o Circo da Imprensa. Tem sido muito interessante navegar nesse universo de contradições…
5 Maio, 2008 às 7:43 pm |
Pois é, né? nunca comentei mais nada… Mas acompanho de perto o trabalho de vocês que, inclusive, continua me impressionando.
Vocês podem se sentir orgulhosos por canalizar a opinião pública através do blog (ué, os jornais não deveriam fazer isso?).
Embora o número de comentários esteja aquém do número de visitas, acredito que o impacto foi positivo na mídia local, pelo menos conseguimos uma redação melhor dos textos (excetuando a notícia do “busunga”.
Sim, vocês se tornaram referência, o Big Brother (do George, não da Globo) do comportamento da mídia.
Estou ansioso pelo início oficial da fase II.
6 Maio, 2008 às 9:13 am |
Carlos Poly
Confesso que seus comentários provocam reações diversas em nosso restrito grupo. Nosso processo de maturação do projeto é delicado e tem exigido cada vez mais de nossos integrantes.
Acredito que suas intervenções, além de provocativas, são necessárias.
Sobre o artigo ” Release Press”, julguei necessário utilizar a expressão estrangeira em virtude da citação do editor do Correio de Araucária Pedro Rodrigues Neto.
Espero que você siga criticando construtivamente nosso trabalho e que possamos amenizar as “contradições”.
Abraços
Daniel Zanella
6 Maio, 2008 às 3:56 pm |
Olá Sandi, que bom que você arrumou outro passa tempo, pelo jeito deve ter feito uma auto-avaliação e como você sabe mesmo criticar, se tocou que como cantor não tinha futuro algum. Eu fico pensando agora, o que é pior? Ouvir você cantar ou ver você se escondendo atrás de um blog para criticar quem está trabalhando. Até apoio em partes a idéia, mas apóio quem tem a hombridade de se expor depois de escrever o que pensa. Nessa parte dou os parabéns ao jovem, porém corajoso Daniel Zanella, que sempre está em contato com as equipes dos jornais criticados. Criticar e apontar os erros dos outros é muito fácil, mas ter a coragem e a personalidade de colocar sua foto para todos saberem quem escreve é bem diferente. Nesse ponto, mesmo com seus erros às vezes infantis, eu prefiro ter na equipe um jovem como o Dionísio, que demonstra toda a vontade de aprender e crescer a cada dia. Não estou tentando desviar o foco de forma nenhuma, mas é que já estou cansado de ver pessoas que só sabem criticar por criticar, mas não fazem nada de concreto para ajudar em coisas ou situações de maior importância. Ser pedra é muito fácil, atacar pedra na vidraça e virar as costas é muito fácil, use esse tempo que você tem livre ou desocupado e procure algo que realmente ajude alguém, exerça sua cidadania de fato, ajude uma entidade carente, escreva uma poesia ou uma letra de música para idosos, faça algo por você. Ou continue assim como você vem sendo, apenas mais um no meio de um circo que só vocês vêm graça. Desculpe se tiver erros, ou não tiver uma concordância ao seu nível, mas aqui vai um simples desabafo, não para ofender, mas para tentar evitar quem sabe uma futura inimizade.
Elias Texeira.
6 Maio, 2008 às 4:22 pm |
Ah, eu já tava esquecendo. A qualidade do conteúdo ou do jornal diz respeito a nós e aos nossos verdadeiros leitores, claro que vamos e estamos tentando melhorar a cada dia, mas se você quiser dar uma aula de perfeição ao nosso humilde grupo, desde já agradecemos. Elias Texeira.
6 Maio, 2008 às 5:19 pm |
Por favor, um crítica do editorial do MARCO ZERO datado de 30 de abril. é lindo lindo lindo
6 Maio, 2008 às 6:32 pm |
Déjà vu…
Meu comentário (Made in Brazil) não foi direcionado especificamente a você, mas a todo o Circo. E claro, chato como sou, não pude evitar aquela deixa. Criticar os jornais locais é uma proposta interessante e deveria despertar uma reflexão. Porém (acho que você vai concordar comigo), ao fazer isso o Projeto torna-se, também, alvo do mesmo tipo de análise. Por exemplo: a Angeline, uma estudiosa da lingüística, defendeu o uso do estrangeirismo, desde que com coerência. Então, sem se ater ao que é certo ou errado, eu provoco, ou melhor, pergunto: numa linha editorial qual destes títulos demonstra de maneira mais contundente nossa fragilidade cultural: “NEVERENDING JOKE” ou “PIPOCO NO “BUSÃO” DEIXA UM FERIDO”? Perceba que, mesmo “sem querer querendo”, o Circo acaba contando as mesmas piadas. E os chatos de plantão riem em dobro…
6 Maio, 2008 às 7:19 pm |
Ops! A mensagem que acabei de postar foi para o Daniel Zanella. Foi mal. Herrar é umano…
6 Maio, 2008 às 8:00 pm |
Carlos Poly:
Essa eu vou responder porque os títulos aos quais você se referiu são de postagens minhas.
Quanto ao “NEVERENDING JOKE”, é uma referência à música Neverending Story, gravada por vários músicos ao redor do mundo e utilizada no filme homônimo. Como a intenção era fazer referência à música e não ao filme, usei o título original, numa alusão à piada publicada sem o final. Note que não é a única referência musical usada por mim: os títulos “Que Bloco é Esse?” e “Os Mano Pow, As Mina Pá” também seguem essa regra.
Apareça, apreciamos muito seus comentários.
Um abraço,
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
6 Maio, 2008 às 8:45 pm |
Elias:
Não mudei de passatempo, não. Que pena que você não gosta de me ouvir cantar. Quanto ao seu questionamento sobre o que é pior (entre me ouvir cantar e me ver enquanto me escondo – o que é estranho, aliás – atrás de um blog), enfim, são questionamentos filosóficos pessoais… Mas o assunto aqui é outro.
“Nessa parte dou os parabéns ao jovem, porém corajoso Daniel Zanella, que sempre está em contato com as equipes dos jornais criticados.”
1- Jovens normalmente não são corajosos?
2- O Daniel é corajoso mesmo. Depois de ler críticas tão bem fundamentadas e pouco agressivas à nossa equipe, é necessário que se tenha coragem para aparecer por aí.
Mas eu não vou por outros motivos. Infelizmente trabalho em Curitiba o dia todo e à noite estou na faculdade. O trabalho que desenvolvo no blog é feito em horários alternativos.
Você quer uma foto minha? Providenciaremos logo, logo a foto de todos da equipe. Se isso vai dar a impressão de maior transparência, faremos. Obrigado pela dica. Eu achava que só o nome completo já servia.
“Não estou tentando desviar o foco de forma nenhuma, mas é que já estou cansado de ver pessoas que só sabem criticar por criticar, mas não fazem nada de concreto para ajudar em coisas ou situações de maior importância. Ser pedra é muito fácil, atacar pedra na vidraça e virar as costas é muito fácil, use esse tempo que você tem livre ou desocupado e procure algo que realmente ajude alguém, exerça sua cidadania de fato, ajude uma entidade carente, escreva uma poesia ou uma letra de música para idosos, faça algo por você.”
Está tentando desviar o foco, sim, Elias. O máximo de contato oficial que a equipe do jornal O Marco Zero teve com o Circo da Imprensa foi o seu texto publicado abaixo do editorial da última edição. Além disso, só a grosseria gratuita do seu último comentário.
Elias, não tenho tempo desocupado. Além do trabalho oficial e faculdade, produzo uma banda iniciante, toco em outras duas e tenho meu trabalho musical em bares (trabalho, aliás, não apreciado por você, infelizmente).
Mas o principal, nesse caso, é que faço um trabalho voluntário no grupo Legionários, que ajuda entidades de apoio a pessoas carentes. Talvez você tenha lido algo a respeito nos jornais da cidade. É muito mais útil que fazer uma música bonitinha para os idosos, como sugerido por você. E não entendi o que você quis dizer com “ajude as pessoas, faça algo por você”.
Mais pessoas vêem graça no Circo… especialmente quando falamos sobre o Marco Zero. Acompanhe os comentários, Elias.
Quanto aos erros e à concordância, está desculpado. Não vou cobrar tanto assim num simples comentário.
Não somos verdadeiros leitores? Somos o quê? Como faço para ser um? É só ler e não criticar nada? Se o critério é esse, então você não é um verdadeiro leitor do nosso blog, portanto não deveria criticar também. Mas não se preocupe, nós não vemos as coisas assim.
A aula de perfeição fica por sua conta.
“mas aqui vai um simples desabafo, não para ofender, mas para tentar evitar quem sabe uma futura inimizade.
Amigos para sempre!”
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
6 Maio, 2008 às 10:11 pm |
O leitor contumaz desse blog Evandro Harenza enviou-nos esclarecimentos sobre Press Release em nosso e-mail. Abaixo a íntegra do material:
PRESS RELEASES, MATÉRIAS DE AGÊNCIAS E INFORMES PUBLICITÁRIOS –
As diferenças dos termos jornalísticos
O senhor Pedro Rodrigues Neto, diretor do Jornal Correio de Araucária, disse que Press Release – se escreve, normalmente, nessa ordem – pode ser copiado e colado sem citação. Respeito-o, mas discordo nesse momento. Digo o porquê e com exemplos. Vejam:
Press Release (“Santa” Faculdade ensina) é uma fonte de informação das assessorias de imprensa e serve como meio para divulgar os assessorados – tanto eventos como empresas e pessoas. O jornalista recebe, e com o Press Release, se pauta, busca as fontes e escreve a sua matéria.
No caso da Gazeta do Povo, Estadão e Folha, como citou o diretor de jornal, sim, eles usam matérias de agência. As agências de notícia têm jornalistas que cobrem os eventos e escrevem as matérias. Essas são repassadas depois aos veículos de imprensa que são associados ou pagam mensalmente a elas, com liberdade para publicarem na íntegra as matérias ou editarem por causa de espaço, por exemplo. Mas sempre citando a agência.
Vejam os exemplos (citação das fontes):
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int167404,0.htm
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=762942&tit=Defesa-Civil-resgata-25-funcionarios-de-mina-que-explodiu-em-SC
No caso de publicarem Press Releases, os jornais citam que as matérias são de Assessoria. Sou Assessor de Imprensa e vejam o que fez a Tribuna do Paraná em oportunidades que publicou na íntegra os Press Releases que enviei (em suas versões on-line, idênticas as que foram publicadas nas páginas impressas):
http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&ano=temp&id=331559&caderno=7
http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&ano=temp&id=327743&caderno=7
Em Araucária, muitas vezes as matérias publicadas pelos jornais da cidade são da Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal. É o caso da matéria citada e, por muitos, comentada nesse blog.
O problema, é que além de confundirem Press Release com matéria de Agência, muitos jornais da cidade publicam Informes Publicitários (matérias pagas por Governo ou empresas) sem citarem isso. Quer dizer, recebem dinheiro para publicarem matérias e ainda as colocam como se fizessem parte da área editorial do jornal, escritas por seus jornalistas (se é que possuem, já que alguns jornais nem contam com jornalistas para editarem matérias).
Veja de onde foi “copiada” a matéria que originou esse post:
http://www.araucaria.pr.gov.br/index.php?a=noticias_anteriores_template.php&ID_MATERIA=3548&COLUNA_NOME=CULTURA
Não digo que a matéria responsável por esse comentário seja um Informe Publicitário, mas tenho conhecimento que muitas vezes isso acontece, independente de quais sejam os jornais. Outras vezes são somente agrado aos governantes (no caso de Araucária, Prefeitura e seus mandatários).
Peço respeito à profissão de Jornalista (quando exercida por Jornalistas formados e qualificados, diga-se de passagem). Por favor, peço respeito também aos leitores. SEMPRE. Explicando e deixando claro essas diferenças, teremos leitores mais críticos e jornais com melhor qualidade.
Evandro Harenza – Jornalista – morador de Araucária
http://www.evandroharenza.wordpress.com
7 Maio, 2008 às 12:33 pm |
Sandi Luiz Bartnik Godinho
Hakuna Matata…
Não vou pegar no seu pé, afinal você quase respondeu (indiretamente) a minha pergunta. Linha editorial é algo muito pessoal, é o que dá a cara para um jornal. E sabe com é: gosto é gosto… Logo, discutir o estilo literário, apesar de válido, soa como um “Trabalho de Sísifo”. Sendo mais amplo, a mídia mundial se comporta seguindo padrões para sobreviver num mercado cada vez mais cruel, ou seja, vender. E em nome dessa filosofia são investidos milhões na “arte” da fofoca. Enquanto isso, por exemplo, cientistas preparam (para este mês) uma experiência com o LHC (Large Hadron Collider), um acelerador de partículas capaz de criar um buraco negro, o que pode destruir todo o sistema solar numa fração de segundo. E daí? O mundo precisa saber que a Britney Spears vai ao mercado usando uma peruca rosa…
7 Maio, 2008 às 4:34 pm |
28/04/2008- Num breve encontro no Shopping Araucenter, o publisher de O Popular do Paraná, Carlos Weberson do Valle, sugeriu, não sem um certo veneno, a um dos integrantes do projeto Circo da Imprensa a produção de matérias a serem vinculadas no periódico. Nesse exato momento começou a cair um dilúvio e acabou a luz no local.
Veremos até onde irão para desviarem as atenções…
Essa do LHC foi ótima!!! Quem sabe não vira capa.
8 Maio, 2008 às 12:03 am |
Hoje, no final da tarde recebi a visita do Daniel Zanella em minha redação, no Correio de Araucária. Cara gente fina que cordialmente me ofereceu uma lista das boas com músicas para todos os gostos. Vale a pena conferir.
Batemos um bom papo e definitivamente reafirmo a boa idéia do projeto Circo da Imprensa. Fica aqui o convite para que os demais também visitem nossa redação para trocar umas idéias, ou quem sabe sair para o boteco e tomar uma bem gelada.
Para os acelerados, para não dizer venenosos de plantão, aviso; isso não é política barata, muito menos tentativa de desviar o foco da rapaziada, muito pelo contrário, quero que as críticas continuem e sempre nesse tom de brincaderia e sacanagem, palavras que disse pessoalmente ao Daniel.
Desta forma creio que só temos a ganhar.
um abraço a todos
8 Maio, 2008 às 4:36 pm |
Galera do Circo da Imprensa!
Muito bacana a iniciativa do site, acredito que irá contribuir para o aprimoramento da nossa imprensa local. Porém, não é só de críticas e apontamentos negativos que será possível atingir esse objetivo. Os jornais locais tem muitas falhas? Sim. Mas, também precisamos destacar e extrair o que há de bom em nossos veículos. Reportagens especiais como, por exemplo, sobre os “asfaltos casca de ovo”, publicadas pelo Jornal Correio de Araucária. Ou ainda aquelas bem elaboradas, apuradas e bem escritas que também estampam as páginas dos jornais da cidade. Mas vale dizer que quando me refiro a jornais, estou falando daqueles veículos sérios, escritos por jornalistas graduados e não os pseudo-intelectuais que sem qualquer responsabilidade e embasamento técnico assombram algumas redações de Araucária e ainda se dizem os tais.
Bom, era isso. Agora que “descobri” esse espaço participarei com freqüencia!
8 Maio, 2008 às 5:40 pm |
“Ou ainda aquelas bem elaboradas, apuradas e bem escritas que também estampam as páginas dos jornais da cidade”
Poderia citar um exemplo?
8 Maio, 2008 às 11:32 pm |
´´Ou ainda aquelas bem elaboradas, apuradas e bem escritas que também estampam as páginas dos jornais da cidad“ [2]
É… Também quero saber. Não me recordo de nada parecido por essas bandas!
9 Maio, 2008 às 8:48 am |
Olá Rafa e Jota! Primeiramente gostaria que me respondessem se vocês realmente lêem as matérias publicadas nos jornais locais na íntegra ou se apenas vêem as fotos e o título? Pois para concluirmos que uma matéria está “bem elaborada, apurada e bem escrita” temos que, no mínimo, lermos todos os parágrafos.
Agora respondendo aos seus questionamentos, lá vão algumas matérias de jornais locais que, na minha opinião, têm qualidade:
JORNAL O POPULAR – 29 DE ABRIL – “Vereadores criam regime de adiantamentos na Câmara”.
JORNAL O POPULAR – 06 DE MAIO – “Procon dá dicas importantes para o consumidor”.
JORNAL CORREIO DE ARAUCÁRIA – 25 DE ABRIL – “Mais 933 trabalhadores qualificados”.
JORNAL CORREIO DE ARAUCÁRIA – 25 DE ABRIL – “Araucária contra a dengue”.
Se tiverem tempo sugiro que dêem uma lida nessas matérias.
9 Maio, 2008 às 1:44 pm |
Realmente Camila você tem toda a razão!
Analizando bem as matérias (não só as figuras dessa vez) percebi que elas corroboram com o tipo de jornalismo literário e o jornalismo de opinião que eu sempre sonhei em encontrar nos jornais da nossa cidade.
Perdoa-me por ter cometido tal desmazelo com a mídia local. Prometo que de hoje em diante irei ler as matérias por inteiro e não ficarei só nas figurinhas.
12 Maio, 2008 às 4:05 am |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!!
“GALERA DO CIRCO DA IMPRENSA”, SÓ FALTOU UM “OLÁ” PRA PARECER ANIMADORA DE PROGRAMA INFANTIL.
“Asfaltos Casca de Ovo”,um bom exemplo.
E fez mais, citou os nomes do jornais data e as matérias dos mesmos, o que não favoreceu muito a sua defesa.
Você cita 4 matérias 2 do jornal O Popular e 2 do Correio de araucária, as 4 com dia o mês,e sem o ano, mas se não estou enganado essas reportagens bem elaboradas e bem escritas são desse ano. E aqui mesmo no blog, já foi pastado sobre a festa de 10 anos do jornal O Popular do Paraná, é o Correio de Araucária também tem mais de um ano.
Acho que tenho só duas escolhas:
Ou você começou a ler os jornais em 2008.
Ou então acha que os dois jornais, tem apenas duas reportagens bem elaboradas e bem escritas.
Você vai ter que escrever e elaborar melhor a sua defesa.
HAHAHAHAHA……
12 Maio, 2008 às 5:15 pm |
OLÁ Coringa!
Bacana esse seu nome… Coringa… só não concordo com essa sua atitude de se esconder atrás do anonimato.
Beijinho, beijnho, tchau, tchau!
12 Maio, 2008 às 5:27 pm |
O futuro dos jornais impressos
Os principais jornais impressos, nacionais e internacionais, estão encolhendo e perdendo leitores. Ano após ano. Analistas, especialistas, adivinhos, gurus e até aqueles que nunca lêem já se arriscam a determinar uma data para o fim oficial dos jornais impressos. Têm eles razão em suas diversas previsões? De certa forma, sim. Porém, mais substancial do que se importar com oráculos e os números evidentes da crise, é buscar compreender a origem do declínio e seu motor gerador- o envelhecimento do formato tradicional de se ler notícia. É óbvio que num mundo em constante transformação tecnológica, a velocidade das mudanças assombra o conceito de obsoleto- as coisas envelhecem cada vez mais rápido. E o que fizeram os jornais com o advento de novas mídias, como a internet? Pouco. Os jornais não estão dando conta que o padrão engessado de informação não supre mais a necessidade de velocidade e agilidade de seus leitores. Porque ler algo que não evolui no papel se existem meios mais baratos e atualizados de se conseguir a mesma informação? Os impressos não estão se reformulando. O formato de atravessador de notícia e mero entregador de fatos não se sustenta mais e o caráter ”envelhecido” não forma novos leitores. Então, que fazer? Uma das alternativas viáveis é o investimento na interpretação da notícia e nas diversas visualizações possíveis de um mesmo fato, num formato similar ao que são as grandes revistas semanais. É preciso cativar o leitor e fazer com que ele enxergue no periódico um auxílio fundamental em sua compreensão do meio em que vive, dialogando com sua realidade. Só que os números da crise estão aí pra todos verem e agourar. Se mudanças não forem feitas emergencialmente, veremos os últimos românticos, aqueles que valorizam o caráter concreto, palpável e não-virtual dos jornais, morrendo. E as novas gerações visitarão os museus, olharão as caríssimas rotativas, os jornais emoldurados na parede e perguntarão ao guia como foram extintos.
Daniel Zanella
13 Maio, 2008 às 1:44 am |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!
É estranho você dizer que achou bacana o nome, mas não gostou da minha atitude de me esconder atrás do anonimato.
Como estamos no circo da imprensa, estou aqui como o palhaço CORINGA.
Eu nunca vi os apresentadores anunciarem o palhaço carequinha dessa maneira, Astolfo Neto, ou como todos conhecem palhaço carequinha.
Seria um pouco estranho, não acha?
Mas pense assim, eu sou o CORINGA (possivelmente Jacó).
HAHAHAHAHA…
13 Maio, 2008 às 3:40 pm |
TÁ NA HORA, TÁ NA HORA!
Querido Coringa! O “Palhaço do Crime”… nome sugestivo, mas que não tem nada a ver com “fazer graça”, a real função de um verdadeiro palhaço. Sugiro que pesquise mais sobre o seu ídolo Coringa para descobrir que esse personagem não tem nada de engraçado, pelo contrário, ele se diverte com a desgraça alheia.
O minuto sabedoria fica por aqui!
Beijinhu, beijinhu… tchau, tchau!
13 Maio, 2008 às 3:42 pm |
Ah… só pra completar: Está mais para Jacu do que para Jacó!
HAHAHAHAHAH
13 Maio, 2008 às 7:59 pm |
Olá… Olá…
Os dois devem estar bem felizes pela discussão, porém tenho que me manifestar, não li as matérias que a Camila citou, porém vou “avisar” que essas matérias só pelo título já estão erradas, por exemplo “Procon dá dicas importantes para o consumidor”, chega a ser engraçado, pois é lógico que dá dicas ao consumidor, é para isso que foi criado o Procon, para ajudar o consumidor, ou seja, não é mais que a obrigação dar “dicas importantes”, ok??
Outra coisa estamos num blog onde não é necessário nem obrigatório se identificar, certo???
E Coringa e Camila o blog não foi feito para ofensas pessoais e sim para ajudar os jornais locais e criticá-los com o intuito de melhorá-los. Até porque nem sei se o seu é Camila mesmo.
Ah! E não precisa ” baixar o nível”, tá Camila (seja ou não o seu nome).
14 Maio, 2008 às 11:17 am |
Afff… percebi a existencia de duas alas partidárias.. as que gostam dos jornais e as que não gostam. Sendo assim, sempre teremos palavras para destruir os jornais e palavras para enaltecer os jornais…
Por favor, vamos nos concentrar na análise dos conteúdos, concordo com a camila que tem neguinho aqui que não lê nem legenda de filme e quer criticar sópq ve os outros criticando.
Quando alguem construir uma critica baseada na interpretação dos textos, na linha editorial, aí sim, saberei que existem pessoas de nível debatendo. No momento só vejo coisas do tipo: ai ele errou a legenda, nossa ele digitou errado e por aí vai…
14 Maio, 2008 às 3:05 pm |
Uma das primeiras matérias de debate ao iniciarmos o projeto Circo da Imprensa foi em relação a nossa posição política e como essa posição teria reflexos na execução de nosso trabalho. Tínhamos o receio de sermos mal interpretados com relação ao que esperávamos desse projeto, receio que não demorou muito para ser confirmado, pois, assim que as visitas ao blog começaram a aumentar, algumas pessoas (amigos, inclusive) nos perguntaram quem estava “por trás” do projeto; se éramos partidários deste ou daquele candidato; se estávamos ganhando algo e, principalmente, independente da linha partidária que seguíssemos, nos aconselhavam a tomar muito cuidado. Com respeito a essas questões, estávamos crentes de que já não era mais necessário nenhum esclarecimento de nossa parte, visto que já tínhamos exposto da melhor maneira possível quais eram as nossas intenções. Entretanto, considerando a freqüência dos questionamentos a que somos submetidos, mais uma vez afirmamos: o Circo da Imprensa é, sim, um instrumento político. Mas não é um instrumento a serviço da “situação” nem da oposição. É político, quando se tem presente o conceito primeiro acerca do termo “política”, a saber, aquilo que se faz com respeito à “polis”. É político quando se mostra como mais uma dentre as tantas possibilidades que a modernidade nos oferece para discutir sobre os mais variados assuntos (no nosso caso, o trato com a imprensa local). É político, de fato, quando se abstém de representar esta ou aquela ideologia partidária, mas não se furta ao direito de discutir a maneira como a informação é apresentada aos leitores de nossa cidade, pois acreditamos que isto seja fundamental para que possamos alcançar a tão falada, porém tão mitigada, autonomia política.
Não somos “situação” nem “oposição”, somos cidadãos.
Alexandre Costa
14 Maio, 2008 às 3:18 pm |
ALEXANDRE
AH TÁ! E DAÍ O PAPAI NOEL E O COELHINHO DA PÁSCOA FORAM PASSEAR NA FLORTESTA ENQUANTO O LOBO MAU NÃO VEM!!!
14 Maio, 2008 às 3:33 pm |
Há muito me tentei a não escrever no blog. Mesmo acompanhando sempre de perto.
Apenas não comentava para não “agredir” as pessoas. Pois essas, não vêem com bons olhos o bom e divertido trabalho do Circo da Imprensa. (O que me deixa até um pouco triste em saber que existem pessoas assim. =[ ) E eu passaria a ser visto como mais um no ”picadeiro”. Mas enfim…
Do que adianta criar sem ter alguém para analisar e criticar? Fazendo assim com que possamos aprender mais, crescer e nos tornarmos melhor naquilo que sabemos fazer, ou, que pensamos que sabemos fazer.
As pessoas devem ter a mente aberta e não olhar somente para frente.
E assim, quando alguém criticar uma matéria, não queiram atingir a pessoa levando a questão para um outro rumo, (como cantar, por exemplo.) isso já é maldade.
Agora, se não gosta do cantor ou afins. Vá assistir a um show do mesmo, e, se, realmente entender de música, ouça, analise e, então, faça uma crítica em seu devido jornal, blog, diário ou onde bem entender, jogando na mesa o que acha do mesmo. Que dessa maneira tu não estará usando isso para agredir ou usar como “defesa”. Estará apenas criticando, assim como a equipe do Circo da Imprensa, que com algumas doses de ironia, sarcasmo e humor, fazem um ótimo trabalho.
E vai uma pergunta para aqueles que estão servindo como “espetáculo” no Circo da Imprensa.
Como vocês se acham no direito de reclamar sobre a correção que estão fazendo nas matérias más elaboradas que vocês mesmos distribuem pela cidade para quem quiser ler, ou apenas ver as fotos e o título, como alguns têm o costume?
Vocês devem prestar um pouco mais de atenção nos erros gramaticais, (O Microsoft Word já dá uma ajudinha.) e tentar fazer um pouco melhor para representar a imprensa local.
E para quem acha que o blog age de má fé, gosta de criticar, apontar os erros, falar mal dos outros e acha que é desnecessário o trabalho do Circo da Imprensa, a solução é simples; não acesse o circodaimprensa.wordpress.com que você terá uma imprensa leviana, sem qualidade e viverá um pouco mais triste, sem a magia do circo!
Parabéns a todos os componentes do Circo da Imprensa. (Que até hoje eu não sei ao certo quantos são).
Obs: E nada de cara feia nos eventuais encontros pelas ruas e estabelecimentos da cidade.
14 Maio, 2008 às 4:46 pm |
Herick, se bem entendi o que você quis dizer com sua alusão aos contos de fada, pergunto, você realmente acha impossível que alguém possa dizer algo sobre nossa cidade sem ter que participar de algum “clubinho”? É apenas a partir do posicionamento partidário, a favor ou contra a administração pública, que as pessoas podem formular algum pensamento acerca qualidade de nossa imprensa? Isso não é um silogismo “grosseiro” demais?
É óbvio que tenho uma opinião acerca da administração, mas se ela é favorável ou não, isso não é matéria de discussão neste blog. Aliás, todos os participantes do blog circodaimprensa.wordpress.com têm opiniões diferentes sobre a administração publica, mas não temos a intenção de exteriorizá-las, pois sabemos que aqui é onde falamos do “circo” em que a imprensa se transformou, e não de outra coisa.
O fato de você achar tão estranho que alguém critique algo sem querer ganhar alguma coisa em troca (a não ser, claro, a melhoria na construção do objeto criticado) é sintomático. Isso é reflexo de uma crise em relação aos valores de nosso mundo. Um mundo onde não se pode mais apontar um erro qualquer sem ter que de alguma maneira defender interesses mesquinhos. Um mundo onde o conceito de política foi reduzido a uma legenda de três ou cinco letras, e que seu exercício se resume à obrigação de dar seu voto em troca de algum favor. É também o mundo onde cada (pseudo) cidadão usa um nariz vermelho enquanto observa passivo o circo em que a imprensa se transformou.
Sapere aude!
Alexandre Costa
14 Maio, 2008 às 4:54 pm |
Pior do que tudo é ter gente que defende o erro e não vê que críticas podem ser construtivas.
Ler e mostrar os erros dos jornais araucarienses contribui para que eles melhorem.
E quando você critica algo ou alguém, não quer dizer que quer ou precisa de emprego no orgão criticado.
Muitos querem uma imprensa melhor e apenas utilizam a alcunha que a faculdade lhes deu (Jornalista é o meu caso, mas no circo vi que há Escritores e Lingüistas) para mostrar que têm conhecimento da causa e não são apenas oportunistas de carteirinha.
O Circo da Imprensa é um espaço de debate que encontramos para discutir a imprensa de Araucária, que não tem muita abertura entre os leitores
Espero que as pessoas compreendam, como eu compreendi. E não critiquem outras pessoas por criticarem a imprensa. É beber da mesma água tirando o rótulo para parecer diferente.
Evandro Harenza
http://www.evandroharenza.wordpress.com
14 Maio, 2008 às 5:05 pm |
QUE BONITINHO. A PROFESSORA MANDOU VOCÊ LER OS LIVROS DE HORÁCIO E IMMANUEL KANT!!! NÃO FIQUE TÃO BRAVINHO. É SÓ A MINHA OPINIÃO!!!
14 Maio, 2008 às 5:15 pm |
Não estou “bravinho”, estou apenas justificando nossas ações. Quanto a sua opinião… sinta-se a vontade para expressá-la neste espaço sempre que achar necessário. Peço apenas para que entenda nossas intenções e não nos confunda com os “políticos” que você conhece.
que bom que conhece Kant…
Alexandre Costa
14 Maio, 2008 às 5:18 pm |
O fato de ter ou não ter diploma não desahabilita ninguém a fazer críticas ao trabalho dos profissionais da área. Porém, a prática é que faz a diferença. Vocês conseguem imaginar a loucura que é editar um jornal? Vocês tem idéia de quantas matérias um único reporter precisa escrever em um dia? Sabem até que horário a redação funciona em dia de fechamento? Conseguem mesurar como fica a mente e o corpo de uma pessoa depois de trabalhar doze, treze horas seguidas? É humanamente impossível não cometer erros… Na minha opinião, é muito fácil criticar sem conhecer. Para o pessoal do Circo da Imprensa deixo a minha pergunta: VOCÊS ACREDITAM, SINCERAMENTE, QUE SE ESTIVESSEM NO LUGAR DOS PROFISSIONAIS DA IMPRENSA DE ARAUCÁRIA, CONSEGUIRIAM FAZER MELHOR?
14 Maio, 2008 às 5:26 pm |
Olha, a Camila ta certa.. acho que tem um cara aqui que faz os três jornais com a mão nas costas e esse cara é o Evandro Harenza, o cara do jornalismo… ninguém mais voraz para criticar do que ele… esse é o cara !!! Já montei meu time de jornalistas numa futura aventura no mundo dos impressos.
Dioni – colunista
Elias Helias Texera Teixeira Tchêxeira Black – escrevedor de editorial
Evandro Harenza – editor, diretor, pauteiro, assessor de imprensa e tiozão da redação.
Quero ver quem vai me vencer
14 Maio, 2008 às 5:27 pm |
ALEXANDRE, BELEZA! VC TÁ CERTO, CADA UM É CADA UM. E VIVA O KANT!!!
14 Maio, 2008 às 5:27 pm |
A questão não é se nós podemos fazer melhor ou não, mas sim que o trabalho deve ser executado de modo satisfatório. Em meu trabalho, eu sou cobrado quando cometo falhas, e muitas vezes essa cobrança vem de alguém que não sabe executá-lo, mas é consumidor daquilo que produzo. Qual a razão de pensarmos diferente em relação à imprensa?
14 Maio, 2008 às 5:30 pm |
BOA CAMILA, ASSIM QUE SE FALA. NOSSAAA! MELHOR AINDA O CARINHA DO CIRCO. O NEGÓCIO TÁ FICANDO BÃO!
15 Maio, 2008 às 4:46 am |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!
O minuto sabedoria fica por aqui, muito bom.
Quanto ao nome coringa, não foi escolhido apenas por ele se um palhaço, e sim porque como você mesmo disse, ele se diverte com a desgraça alheia, é um palhaço irônico, sádico, mas nem por isso deixa de se cômico.
Agora você já sabe, a minha graça está na desgraça.
Camila, porque você é tão séria?
sorrir é o melhor remédio.
Então é isso.
HAHAHAHAHA…
15 Maio, 2008 às 8:40 am |
SUGESTÃO PRO CIRCO:
JÁ QUE VCS TÃO ZOANDO TODO MUNDO, ATÉ LEITOR QUE MANDA RECADINHO DE AMOR PRA COLOCAR NO JORNAL. PRO QUE VCS NÃO ZOAM TAMBÉM ESSA TAL DE EVANDRO HARENZA? ALGUÉM AÍ JÁ LEU O QUE ELE ESCREVE? VIXE MARIA! AGORA EU SEI PQ ELE TÁ DESEMPREGADO…
15 Maio, 2008 às 12:01 pm |
Acho que esse Coringa é amigo do Dioni e vive sorrindo porque gosta de todos os tipos de carinho…
15 Maio, 2008 às 12:27 pm |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!
Me diverti muito lendo a resposta que o circo da imprensa deu pra você.
Fiquei imaginando, será que os jornalistas da Gazeta do Povo também sofrem essa pressão?
E se os jornais de Araucária fossem diários, como os profissionais estariam hoje?
Será que estariam?
São perguntas validas.
HAHAHAHA…
15 Maio, 2008 às 1:39 pm |
CORINGA, VC SABE FAZER CONTA? SABE QUANTOS JORNALISTAS TEM UM JORNAL GRANDE QUE NEM A GAZETA DO POVO? SABE QUANTOS HABITANTES TEM CURITIBA? LÁ FICA FÁCIL FAZER UM JORNAL DIÁRIO, PORQUE CHOVE ASSUNTO. AQUI EM ARAUCÁRIA, O CARA TEM QUE CAVOCAR PRA ACHAR NOTÍCIA. NO FINAL DÁ NA MESMA, E OS JORNALISTAS ACABAM TRABALHANDO IGUAL. MAS EU ENTENDO Q VC NÃO SABE FAZER CONTA, VC É O PALHAÇO DO CRIME E NO FINAL VIVE PERDENDO PRO BATIMAN, E TUDO O QUE SOBRA PRA VC É DAR RISADA. AHAHAHAHAHA
15 Maio, 2008 às 1:55 pm |
TÁ NA HORA, TÁ NA HORA!
Coringuinha! Confessa vai! Você é o Dioni né…
Sempre desconfiei… Agora entendo esse seu lado “criminoso”… cansou de ser carinhoso né!
HAHAHAHAHAH
15 Maio, 2008 às 2:04 pm |
O que constantemente tenho me perguntado lendo os comentários é:
Será que Cuca, Camila e HERICK não são a mesma pessoa?
É que a línguagem textual é bem parecida entre ambos e ainda mais parecida com um antigo frequentador aqui do fórum que ultimamente anda meio sumido…
Mas tudo bem isso não vem ao caso, assim como os ataques do HERICK para desviar a atenção do assunto principal.
É normal do ser humano atacar e desviar as atenções para se defender.
Abraço a todos
15 Maio, 2008 às 2:13 pm |
Só mais uma perguntinha para o Cuca, Herick ou sabe Deus quem é ele…
E vc? Ta ganhando quanto pra defender os GRANDES JORNAIS DE ARAUCÁRIA.
Se nada, mil perdões pela insinuação…
15 Maio, 2008 às 2:18 pm |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!
HAHAHAHA…
“Por favor, vamos nos concentrar na análise dos conteúdos”
“Quando alguém construir uma critica baseada na interpretação dos textos, na linha editorial, aí sim, saberei que existem pessoas de nível debatendo. No momento só vejo coisas do tipo: ai ele errou a legenda, nossa ele digitou errado e por aí vai…”
Creio que tenha sido você que postou isso.
Sua piada seria cômica, se não fosse trágica.
O que posso dizer. A minha graça está na sua desgraça. Foram precisos apenas 3 postagem pra mascara cair, e você cair em contradição. Se você queria ser uma pessoa de nível, é uma pena
Até um palhaço tem mas personalidade e nível que você.
Irônico não acha?
Ah! Tome cuidado Dioni, porque se não a Cuca te pega daqui, te pega de lá, e aí não vai faltar carinho pra você.
HAHAHAHAHA…
15 Maio, 2008 às 3:07 pm |
AMANDA. TÁ PERDOADA. TÁ CERTO QUE EU VALHO POR 3, QUE EU SAIBA POR ENQUANTO EU SOU UM SÓ. SÓ PQ EU SIMPATIZO COM A OPINIÃO DOS MALUKOS QUE ESCREVEM AÍ, NÃO QUER DIZER QUE EU SEJA ELES? ENTENDEU OU QUER QUE EU DESENHE?. POR QUE SÓ VCS PODEM ZOAR COM OS OUTROS E NINGUÉM PODE ZOAR COM VCS?
15 Maio, 2008 às 3:27 pm |
TÁ NA HORA, TÁ NA HORA!
Qual é o foco principal desse site mesmo?
Ah, Amanda… peça seu dinheiro de volta no cursinho via satélite de análise textual, pois você está equivocada! Não sou o Cuca nem o HERICK… Ou será q não podemos ter idéias e opiniões iguais?
Beijinhu, beijinhu, tchau, tchau!
15 Maio, 2008 às 5:53 pm |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!
Herick, e porque não, Camila.
Não estou aqui pra fazer contas, não sei quantos jornalistas tem a Gazeta, e nem quantos habitantes tem Curitiba.
Ah! pensei que em curitiba chovia água, mas se você diz que chove assunto, eu sou apenas um palhaço.
Quanto às noticias em Araucária é fácil, no final de semana é um prato cheio, o que faz com que os jornais locais pareçam a Tribuna.
E o que sai na sexta, o Marco Zero já deu a dica, é só pegar 2 ou 3 matérias da prefeitura e fazer uma média, ou melhor, uma inteira.
E encher de anúncios, que nem vai precisar cavocar, para achar notícias.
Mas diz aí matemático! Quantas pessoas trabalham na Gazeta? Quantos habitantes tem Curitiba? Quantos profissionais
trabalham nos jornais locais, você sabe né.
Quanto a perder,não existe BATIMAN,então as risadas são todas pra você.
Meu papel é provar que é preciso apenas um momento de intensa pressão psicológica para que a pessoa escolha a loucura como meio de influenciar profundamente uma realidade de intenso sofrimento.
E ao que parece está funcionando já consegui fazer a Camila se perder completamente em seu raciocínio, como você pôde perceber, ela já não sabe mais se está no circo da imprensa ou no programa da Marcia Goldshimth.
Tanto que ela disse que eu era mau, e que me divertia com a desgraça das pessoas, e agora está se tornando íntima,
está até me chamando carinhosamente de coringuinha.
HAHAHAHA…
16 Maio, 2008 às 1:47 pm |
Primeiramente, parabéns à equipe do Circo da Imprensa, muito bom o blog de vocês.
Gostaria de deixar uma observação sobre um comentário onde disseram que “os críticos” são
adolescentes… Não concordo com isto, pois pelo que li quem esta bancando o adolescente são as pessoas que não estão aceitando as criticas, levando até para o lado pessoal, isso ja nem é coisa de
adolescente, é infantilidade mesmo. Ta parecendo programa da Xuxa… “TÁ NA HORA, TÁ NA HORA!, Beijinhu, beijinhu, tchau, tchau!” Pessoal… Sejam mais criativos…
Até onde eu saiba, este blog foi criado para ajudar na melhora do jornalismo em nossa cidade e não para criticar diretamente as pessoas, indicando os pontos positivos e negativos dos JORNAIS e não das pessoas que lêem o mesmo e levam a público sua opinião.
E, para finalizar deixo aqui a minha critica referente ao jornalismo em Araucária.
Obrigada “oMZ” pela distribuição gratuita do catálago de comercializantes de araucária, na próxima edição bem que vocês poderiam publicar mais do que aproximadamente 33% do jornal com noticias sobre a cidade e não propaganda comercial da mesma, como ocorreu na ultima edição, onde das DOZE páginas, se juntássemos as matérias mal seriam 4 páginas de jornalismo e o resto…. propaganda…
Fica aqui registrado, a Minha Opinião…
Abraços.
16 Maio, 2008 às 2:08 pm |
Prezados Leitores:
Pedimos sinceras desculpas aos leitores por alguns comentários que vêm sendo postados aqui. Considerávamos que a moderação dos mesmos faria com que os comentaristas se ativessem unicamente à discussão séria e respeitosa acerca da imprensa da cidade. Infelizmente, não é o que está havendo.
Devido a isso, moderaremos com mais atenção os comentários. Absolutamente nada que seja pessoal será publicado.
O espaço Circo da Imprensa não foi feito para ser palco de acusações e intrigas pessoais.
Desculpem-nos pelo transtorno e pela obrigatoriedade de moderação. É o preço que se paga por uma discussão de alto nível.
Um abraço a todos,
Equipe Circo da Imprensa.
16 Maio, 2008 às 3:45 pm |
Vamos botar ordem nesse negócio. Tá muita zoeira…
16 Maio, 2008 às 4:31 pm |
TÁ CERTO! A ÚLTIMA PALAVRA É DE VCS!
16 Maio, 2008 às 4:36 pm |
É tá muita bagunça!
16 Maio, 2008 às 5:04 pm |
Chega de blá blá blá!
Vamos filosofar!
16 Maio, 2008 às 5:42 pm |
Olá pessoal do Circo da Imprensa,
que bom que os comentários serão mais moderados daqui por diante.
Respeito é bom e todo mundo gosta.
Aproveito para usar o espaço e expressar a minha indignação em relação a linguagem adotada pelo jornal O Popular.
Tenho ouvido muitas pessoas comentando sobre o tipo de linguagem usada por eles, principalmente na capa.
Gostaria de saber o que vocês pensam sobre isso.
Abraço a todos.
16 Maio, 2008 às 6:48 pm |
A liguagem do POP é massa, ninguém gosta de saber que pra fora do terreninho de casa a vida é dura injusta não é mesmo.. melhor não falarmos dos problemas e fingirmos que a bruxa não está solta no mundo..
17 Maio, 2008 às 9:18 pm |
Qual o futuro do Circo da Imprensa? O que vocês acham que seria evoluir dentro deste caminho que estão iniciando?
Já pensaram em produzir um jornal sério?
18 Maio, 2008 às 4:16 pm |
Da Arte de Se Fazer Um Jornal Impresso
08 Lições
1- Contrate um jornalista desconhecido que aceite ganhar uns trocados pra assinar o jornal e que nunca apareça na redação.
2- Contrate uma equipe de jovens que nunca tenham se envolvido com jornais, não tenham formação acadêmica específica e que aceitem emprestar o nome para ghost-writters e colunas obscuras.
3- Adote a linha governista vigente. Esteja sempre entre os poderosos. Nunca se sabe quando aparecem cargos que não necessitam de concurso público.
4- Preencha o periódico com matérias recebidas das assessorias de comunicação do poder estabelecido.
5- Cobre barato seus espaços publicitários (ou nem cobre) e aproveite que o seu periódico não tem IVC, índice que verifica a circulação exata de exemplares, pra alardear uma tiragem maior aos anunciantes.
6- Tenha boas relações institucionais com a Secretaria de Comunicação do Município, ou seja, não publique críticas negativas, e garanta anúncios regulares custeados com o bolso do contribuinte.
7- Tenha colunistas sociais andarilhos e fotógrafos improvisados para cobrir os parcos eventos da cidade. Tire muitas fotos. Todo mundo gosta de aparecer no jornal.
8- Não se importe com as críticas. Você não tem a pretensão utópica de fazer jornalismo em sentido amplo. Além do que, você circulará entre os poderosos e conhecerá caminhos muito mais interessantes do que o trilho tortuoso da notícia isenta e qualificada. Estar entre os poderosos, em algumas cidades, quer dizer muita coisa
Daniel Zanella
19 Maio, 2008 às 8:41 am |
HEI VC DEVERIA MUDAR O TÍTULO AÍ DE CIMA PARA “A ARTE DE SE FAZER O MARCO ZERO” AHAHAHAHAHA. E NÃO ESQUEÇAM DE RESPONDER A PERGUNTA DO RICO! FUI.
19 Maio, 2008 às 10:00 am |
Parabéns pelos tópicos Daniel,
Queria acrescentar o seguinte:
9) Não venda o jornal, distribua ele gratuitamente como panfleto, já que ninguém compraria mesmo…
10) Não se preocupe em estruturar uma empresa por trás do jornal, apenas pense que a ajuda publica vai cobrir qualquer “rombo” nas contas e viva feliz.
19 Maio, 2008 às 6:28 pm |
Rico
Dentro da linha polêmica de cobrança e escracho da imprensa araucariense adotada pelo nosso projeto, já recebemos diversas sugestões, algumas em tom pejorativo, pra que encampemos a produção de um jornal próprio.
Sabemos, entretanto, das dificuldades financeiras de manter um periódico e dos compromissos de cada membro do projeto com suas atividades profissionais. Como é de fácil percepção, não ganhamos nada com o nosso blog e nem pensamos nisso, a bem da verdade.
Quem sabe, num futuro ainda distante, pensemos com mais afinco nessas propostas. Por enquanto, ainda há muito a ser criticado. Nem começou a campanha política, território fértil de bizarrices, e não estamos aprofundando nossas análises em relação as demagogias e maniqueísmos que grassam na imprensa local.
Obrigado e contamos com seus comentários pertinentes e questionamentos relevantes.
19 Maio, 2008 às 6:31 pm |
Comerciante Araupolitano e Hericamilocuca:
Agradecemos a colaboração com o enriquecimento do texto ” Da Arte de Se Fazer Um Jornal Impresso”.
Pertinente, pertinente.
20 Maio, 2008 às 10:01 am |
Ainda sobre Press Release e outras práticas
Ombudsman é o profissional da imprensa escalado pelo veículo de comunicação para criticar e questionar abertamente o próprio veículo e dar voz ativa aos seus consumidores de informação. Geralmente, se trata de jornalista extremamente respeitado pela equipe de redação e de longa carreira dentro da empresa. No Brasil, a prática de escalar um ouvidor que analise as coisas que não vão bem na produção interna de um meio de comunicação é rara. Abaixo, transcrição na íntegra da visão da ombudsman da Folha de S.Paulo, a jornalista Renata Lo Prete, em coluna dominical de 06 de dezembro de 1998, sobre um caso de apropriação intelectual do colunista Arnaldo Jabor de material publicado anteriormente na França. A propósito, o colunista copiou passagens inteiras de artigo que havia saído um mês antes no “Le Monde Diplomatique” e negou-se a creditar a fonte ou confessar que houvera copiado material e utilizado como se fosse produção própria:
“O texto jornalístico se alimenta, em boa medida, de outros textos jornalísticos. Em princípio, não há nada de errado nisso. Desde que demarcados os limites da autoria, essa engrenagem de referências enriquece discussões e amplia o repertório de informações que o leitor recebe sobre determinado assunto. O problema está em saber quais são os limites e como deixar claro onde termina a citação e começa a novidade. A “recortagem” é velha conhecida das Redações. Não é deslize exclusivo de Arnaldo Jabor. Imagino que já tenha sido percebida por muitos leitores, sob muitas assinaturas, não raro sem a citação que existiu neste caso. A Internet, hoje instrumento de trabalho essencial para o jornalista, potencializou o risco, multiplicando dados e análises disponíveis. A abundância de recursos é, na essência, benéfica para quem escreve e para quem lê. Mas amplia a necessidade de ser rigoroso na hora de esclarecer de onde veio o que está sendo publicado. A discussão sobre o crédito de informações nunca foi tão atual. Não apenas porque essa democratização tem mão dupla, ou seja, eleva as chances de o leitor constatar que foi iludido. Mas, principalmente, porque não se deve deixar dúvidas sobre quem escreveu o quê. Um texto que carrega assinatura não pode ser comparado a outro que traz no alto um impessoal “da Redação”, ou “das agências internacionais”. Longe de adotar um tom persecutório, um professor universitário que me procurou buscava entender como funciona o jornal.
“Talvez esse procedimento seja aceitável no jornalismo, mas, em se tratando de publicações científicas, que conheço, não é nada aceitável resumir um artigo de outrem, mesmo citando o autor em alguma parte, e publicar o resultado como sendo uma nova contribuição para a discussão.”
A resposta é que esse procedimento também não é aceitável no jornalismo.”
Daniel Zanella
20 Maio, 2008 às 1:49 pm |
QUANDO A GENTE PRECISA EXPLICAR DEMAIS UM NEGÓCIO É PQ ESSE NEGÓCIO TÁ MAL EXPLICADO.
20 Maio, 2008 às 2:37 pm |
Sobre a nota postada no entrelinhas onde ironizam matéria publicada no Correio de Araucária, na sua última edição
Carisma
do Lat. charisma < Gr. chárisma, favor, graça
s. f., dom da graça de Deus; designação dos dons e disposição de cada cristão para o desempenho da sua missão dentro da Igreja; qualidade marcante de um indivíduo que o distingue dos demais.
Se administrar com austeridade e fazer a cidade progredir não é uma qualidade, então de duas, uma: ou você é admirador de outro perfil político ou é cego. A palavra charisma, do latim, deixa bem clara sua origem: favor. Quem pensa com individualismo não consegue fazer uma ponderação coletiva e não serve para fazer avaliações isentas e muito menos críticas. Preterir o avanço e o crescimento sustentável em troca de uma abraço é a máxima que muitos políticos usaram por décadas: “o povo quer pão e circo”. Só que esta prática está com os dias contados…
20 Maio, 2008 às 3:16 pm |
NOOOOSSSA! MUUITO BOM “CRÍTICO DO CIRCO” EU SABIA! EU TAVA CERTO. DEPOIS O ALEXANDRE COSTA AINDA INSISTIU EM DIZER QUE O CIRCO É SITUAÇÃO E NEM OPISIÇÃO! TIRO NO PÉ… AI AI AI AI. UHU! QUERO SÓ VER EXPLICAR O QUE ELE DISSE NO DIA 14 DE MAIO. E VIVA O PAPAI NOEL, O COELHINHO DA PÁSCOA E O LOBO MAU!
20 Maio, 2008 às 3:50 pm |
A gente sempre acaba se entregando né!!!!!!!
Muito me admira vocês que dizem que não tem a intenção de tornar esse espaço um local para discussões políticas estarem criticando as características do atual prefeito. Isso seria oq então?
Fala sério… Em ano eleitoral fica no mínimo estranho esse tipo de comentário!
20 Maio, 2008 às 9:03 pm |
São demais os perigos desta vida
São demais os perigos desta vida pra quem tem paixão, dizia uma velha canção do poeta Vinícius de Moraes. O contexto dessa letra versa sobre a tempestuosa e lírica dificuldade do homem na busca cotidiana da grande mulher de sua vida. Ao menos, é o que acho. Porém, essa passagem musical é utilizada aqui em outro contexto: das dificuldades de se criticar e ser entendido. Apaixonado que sou pela mídia impressa, colecionador antigo de jornais e detentor de exemplares pré-históricos da imprensa local, vejo-me muitas vezes envolvido em questões que me são caras e reveladoras do comportamento humano da crítica, principalmente a destrutiva e redutora, como no caso da famigerada nota do dia 17 de maio de 2008 da seção Entrelinhas sobre o prefeito Olizandro e Getulio Vargas.
Abrindo um parêntese, uma das principais críticas feitas ao Projeto Circo da Imprensa é que ele é, em sua essência, um instrumento de oposição ao atual prefeito Olizandro Ferreira. Segundo nossos críticos, tudo leva a crer que estamos mancomunados com o grupo de detratores dessa que é “uma das maiores administrações públicas já vistas em Araucária” e repassamos a impressão clara de estar na outra margem: o grupo dos críticos cegos e oposicionistas gratuitos.
Eis, então, alguns esclarecimentos sobre as notas da seção Entrelinhas e demais questionamentos:
1- A seção Entrelinhas, escrita por mim, é voltada ao cotidiano da imprensa local. Personagens como políticos, publishers, colunistas e editores são envolvidos em notícias publicadas no espaço pela natureza de suas funções e são eventualmente citados a fim de ilustrar o lado pitoresco de nossa imprensa e cidade, ainda em processo de desenvolvimento e maturação.
2- A nota sobre a comparação feita pelo Correio de Araucária, entre Getulio Vargas e o prefeito Olizandro, em 16 de maio de 2008, não pode ser encarada como tomada de posição política do Projeto Circo da Imprensa, nem desse articulista. A simples “forçação” de barra do periódico é suprapartidária: quem quer que estivesse no poder obteria igual mordacidade da seção. O que se critica não são as figuras envolvidas, mas o ufanismo editorial do periódico e descrédito da inteligência do leitor.
3- Também não se pode alegar algum tipo de perseguição ao atual prefeito em nossas páginas virtuais. A própria seção Entrelinhas já abordou ironicamente o ex-prefeito Zezé, o atual vice-prefeito Clodoaldo e a deputada estadual Rosane Ribas. Aos números: em seus quase 50 comentários, a seção citou Rosane Ribas 01 vez, Zezé 01 vez, Clodoaldo 01 vez e Olizandro 02 vezes, o que, dada a overdose de cobertura da imprensa local sobre tal personalidade, não configura tom persecutório do projeto.
4- Talvez até transpareça algum tipo de maldade da nossa parte com o prefeito atual, mas é inegável que a cobertura da imprensa local é de total e irrestrito apoio à administração , procedimento condenável e merecedor de críticas por se tratar a imprensa um poder público e prestador de informação equilibrada.
5- A seção não tem o objetivo de se tornar um espaço de notas políticas. Os jornais locais já fazem isso daquele jeito que todos nós conhecemos. Apenas publicamos comentários ligeiros sobre o dia-a-dia da imprensa local, o que, às vezes, em virtude do envolvimento natural de personalidades públicas com o jornalismo executado na cidade, acaba resultando na citação de políticos.
5- Por fim, reafirmo o compromisso desse projeto em ser um instrumento social de crítica da imprensa local e não mero fantoche de ideologias de ocasião. As posições políticos, que porventura temos pessoalmente, não devem contaminar o trabalho racional e ético do projeto de contribuir ao crescimento da imprensa local, nem que seja utilizando doses extremas de sarcasmo e ironia.
6- E já dizem os bons manuais de jornalismo que não se deve contaminar a informação pública com as convicções políticas dos indivíduos. Não somos jornalistas, mas acreditamos ser necessário a utilização desse critério pra oferecer ao leitor do blog um trabalho qualificado e digno.
Daniel Zanella
20 Maio, 2008 às 10:29 pm |
A quem possa interessar.
O Circo para a Imprensa…
A interpretação da realidade é um ótimo exercício para amenizar a atrofia dos sentidos. Mesmo que o resultado seja (e sempre será) uma visão parcial e empírica. Afinal, não identificamos o mundo exterior como ele é, e sim como a nossa capacidade de percepção nos permite reconhecê-lo. Ao acompanhar o processo de autólise do Circo da Imprensa, concluo que a tentativa de ser imparcial transformou o Projeto num paradoxo. Foi divertido assistir, daqui da platéia, o confronto de alter egos que resultou numa metamorfose circense. O que não foi nenhuma surpresa, pois, evoluir é preciso. Ao assumir uma postura política (o que não é condenável) a idéia se transformou naquilo que parecia execrar. Porém, ficou mais honesta… Sem se ater ao relativismo do certo ou do errado, e para não perder o hábito, pergunto: se a intenção era fazer alguma luz faiscar sobre a imprensa local, o que aconteceu com a imparcialidade? Será que alguma bala perdida do “pipoco no busão” atingiu o palhaço em pleno picadeiro? E agora José?
21 Maio, 2008 às 8:40 am |
QUANDO A GENTE PRECISA EXPLICAR DEMAIS UM NEGÓCIO É PQ ESSE NEGÓCIO TÁ MAL EXPLICADO. AHA AHA AHAHAHA AHA. EU JÁ VI ESSE FILME.
21 Maio, 2008 às 9:36 am |
Por quê? Por qu?e vocês se escondem atrás de sitações e pensamentos dos outros? Por quê vocês usam discuros do passado para construir a realidade de vocês. Por quê vocês não buscam melhorar essa análise pífia e sem critério da imprensa local. Creio que não há conhecimento técnico e acadêmico para tal atividade.
Colecionar jornais não significa que você seja um entendedor de linah editorial, tampouco um analista de discurso.
Creio que a agressividade de vocês nos comentários só reforça a presença de um discurso vazio e sem fundamentos, mais uma mera ferramente sensacionalista da comunicação. Pão e Circo para o povo, pena que aqui o povo representa um grupo de dez pessoas no máximo.
21 Maio, 2008 às 11:45 am |
Ok ok, tudo na imprensa de araucária é uma maravilha! Vamos, inclusive, mandar nossos jornais para Curitiba, para que talvez, mas somente talvez, a Gazeta aprenda algo com o Marco Zero.
21 Maio, 2008 às 11:55 am |
Ah, eu também não tenho conhecimento técnico, sou apenas mais um peão… mas sei ler e aprendi na escola que não se deve escrever “seus direito de cidadão”, ainda mais em um jornal. E aprendi com minha mãe que não se deve mentir, como por exemplo no caso dos Releases… tá, uns diriam que omitir não é a mesma coisa que mentir, mas minha velha mãe veria nisso um falha tão grande quanto, e olha que ela só tem a “quarta série”.
Talvez tenha sim um certo exagero por parte do circo (falar da receita foi foda, Daniel), mas, como leitor (hoje muito mais atento graças ao circo) tenho que admitir, é muito, muito fácil criticar jornais em Araucária.
21 Maio, 2008 às 12:18 pm |
Carlos Poly
Não assumimos nenhuma postura política. As críticas são feitas aos jornais.
Se o jornal publica uma matéria sobre política e faz isso de modo claro, ético e objetivo não há motivos para alarde. Mas, se publicar matérias absurdas sobre o tema, nos manifestaremos, independente de quem seja a figura política citada. O fato de os jornais locais servirem de panfletos políticos da atual gestão não é culpa do Prefeito, mas dos jornais. E isso também não nos promove a “oposição”.
Se quiséssemos utilizar o espaço do Circo para fazer política não teríamos motivo algum para tentar “forçar” uma imparcialidade.
Alguns leitores insistem em nos rotular a “politiqueiros”. Será que é isso que denotamos ou é o que querem que sejamos? Nem ao menos temos as mesmas opiniões quanto ao tema.
Definitivamente, isso não é o mais importante.
Não deixe de aparecer, já estávamos com saudades.
Angeline Suellen Pires
21 Maio, 2008 às 12:26 pm |
Venho acompanhando o blog há algum tempo, mas nunca achei que fosse necessário comentar, posto que o que eu tinha que dizer já era dito por outras pessoas.
A imprensa de Araucária é, no mínimo, deprimente. Abrir um jornal sensacionalista como o popular ou o correio e ver as páginas pingando sangue, ou o marco zero, que permite que um analfabeto publique textos sem o menor sentido, dá vontade de chorar.
O pior é saber que os jornais todos são pagos pela prefeitura. Antes tinha um pessoal que publicava o jornal cidade, que criticava a prefeitura, e o que conteceu com ele? fechou.
Porque será? Será que é coincidência?
O Dialogando é da prefeitura, voltado aos funcionários.
O popular é do Carlos do Vale, ex-secretário de comunicação
O marco zero é dos irmãos genildo e geraldo, ligados ao pseudo-movimento estudantil (que na verdade se resume em baderna e politicagem barata) desde sempre, além disso um deles é presidente da unesa e o outro é ligado a assessoria da juventude, queria até ser vice na chapa do olizandro.
A folha é do Tião Calado, não precisa dizer mais nada…
E quando o pessoal do circo critica esse bando de incompetentes politiqueiros são taxados de oposição? Então não se pode dizer nada dos jornais que qualquer coisionha é um ataque pessoal ao prefeito?
Eu leio os jornais, e não lembro de nenhuma cobertura justa da política local. TODOS OS JORNAIS SÃO PAGOS PELA PREFEITURA. Dessa forma, atacar os jornais acaba sendo atacar a prefeitura, não tem como separar.
Porque o popular e o correio, que sao os dois maiores jornais, nao colocam materias imparciais sobre os outros nomes da politica? porque a ediçao inteira é so sobre as “obras que o glorioso prefeito olizandro” fez?
E o pior é esse bando de cara-de-pau que com certeza trabalham ou na prefeitura ou em algum desses jornais e ficam fazendo gritaria se alguem falar qualquer coisa.
Ah, HERICAMILOCUCA, se você nao tem uma ideia propria, nao fale nada. Tudo o que faz e concordar com os outros…
PESSOAL DO CIRCO: Continuem com esse trabalho magnífico que vocês fazem, sempre que tentamos mudar alguma coisa sofremos esse tipo de ataque pessoal ridículo como os que você vem sofrendo. Deixem que esse bando de ASPONES CCS mascarados em nomes falsos falem o que quiserem, afinal, a prefeitura paga o deles também!
Um abraço!
21 Maio, 2008 às 12:34 pm |
HERICAMILOCUCA
Seus argumentos são sempre tão embasados… Quando não copia o texto de alguém, repete o próprio.
Você mostra-se um tanto quanto temperamental: criticou o texto do Alexandre; recebeu uma resposta e mudou de idéia (você ta certo…); louvou a postagem do Crítico do Circo, que se assemelhou à crítica feita inicialmente por você (eu sabia que tava certo), e voltou a criticar o Alexandre.
Quando alguém muda de idéia sobre algum assunto, tão rapidamente e constantemente, pode ser que esse alguém não tenha tanta certeza do que afirma.
E “quando a gente precisa explicar demais um negócio” também pode ser porque as pessoas ainda não entenderam.
Seja mais relevante. O fórum não é uma sala de bate-papo.
Angeline Suellen Pires
21 Maio, 2008 às 12:51 pm |
Lucas
Não nos escondemos atrás de situações nem pensamentos dos outros. Discursos do passado? Pode citar exemplos?
Quanto ao conhecimento técnico e acadêmico, vide Esclarecimentos.
Tais conhecimentos não são necessários para realizar o trabalho que fazemos. Não preciso escrever um livro para entender que ele não é bom.
Mas gostaria que apresentasse seus conhecimentos técnicos. Não sou entendedora da linha editorial, mas se quiser conversar sobre Análise do Discurso, aguardo ansiosa.
Pão e Circo. Nenhum membro da equipe propagou essa idéia, por sinal, tão batida.
Angeline Suellen Pires.
21 Maio, 2008 às 1:05 pm |
Angeline, plavras são como folha seca que jogamos ao vento. Muito fácil, não? Se você é tão boa em análise do discurso, comece a produzir críticas embasados na semiótica, nas mensagens cognitivas e coisas do genero. Não fique aí, com essa balela de corrigir errinhos de português. Creio que vocês estão muito longe do objetivo, vocês são fraquinhos, fraquinhos. Um curso de Letras, do qual você se gaba tanto, feito na FACEAR, jesus que conceito, não está te embasando para nada. Você é tão perdida quanto os outros. Pão e Circo para o povo!!! continuem dando espetáculo, o Circo da Imprensa é o programa do Ratinho para “intelectuais locais”
21 Maio, 2008 às 1:40 pm |
PARA O ANDRESON – CARACA MALUKO! VC TÁ MUITO NERVOSINHO! DEU ATÉ MEDO. E EU NEM FALEI NADA, EU SÓ ESCREVI. AHA AHA AHA AHA! RELAXE, O MUNDO NÃO VAI ACABAR SÓ PQ EU SOU ENROLADO. SE VC NÃO GOSTA DOS JORNAIS DE ARAUCÁRIA, NÃO LEIA, PROCURE FAZER OUTRA COISA MELHOR – TIPO ARRUMAR UM (A) NAMORADO (A) COM CERTEZA ISSO VAI T ACALMAR.
PARA ANGELINE – ACHO Q VC TEM RAZÃO. EU ANDO OUVINDO MUITO RAUL, E ACABEI VIRANDO ESSA METARMOFOSE AMBULANTE. PUXA VIDA PENSEI Q AQUI ERA UM NEGÓCIO TIPO SALA DE BATE PAPO PRA DISCUTIR A IMPRENSA LOCAL. FOI MAL. DEPOIS QUE EU DESCOBRIR O Q SIGNIFICA “RELEVANTE” EU VOLTO. ACHO Q VOU PERGUNTAR PRO LOBO MAU. FUI.
21 Maio, 2008 às 2:32 pm |
DESAFIO:
Contar quantas vezes aparece às seguintes palavras nas próximas edições:
“Olizandro”
“Prefeitura”
“Prefeito”
Valem também na contagem outras formas que expressem o mesmo sentido.
21 Maio, 2008 às 3:43 pm |
Olá …
Estou começando a entender o motivo da palavra “CIRCO” neste projeto!
O que era para ser sério VIROU PALHAÇADA, o que era para ser um local de críticas virou um local de diversão para a platéia.
Os próprios autores do projeto desviaram de seus objetivos, não se preocupam mais com os erros da imprensa, mas se preocupam em responder os internautas de maneira que sobressaiam.
POR FAVOR, CIRCO DA IMPRENSA …. a imagem que vocês estão construindo é de que não querem nada com nada …. estão deixando cada dia mais claro que este espaço virou brincadeira .. um espaço onde todas as pessoas entram para se divertir com as coisas aqui escritas … inclusive com as minhas palavras …..
Quando o TAL DO ZANELLA falou “a questão não é se nós podemos fazer melhor ou não, mas sim que o trabalho deve ser executado de modo satisfatório”, acho que teve alguns amigos (ANGELINE) que não leram ou não entenderam bem a colocação … TODO TRABALHO DEVE SER SATISFATÓRIO Angeline … por isso cuide bem das palavras que vem utilizando para falar com a platéia deste circo.Onde está a integridade que vocês prezam tanto? Cadê o comprometimento com o seu público ?
POR DEUSSS … O QUE É ISSO ….
21 Maio, 2008 às 3:51 pm |
Parabéns a equipe do Circo da Imprensa. Vocês conseguiram manter a máscara no rosto por bastante tempo, pelo menos na minha opinião. Esse espaço entrelinhas foi o necessário para vocês assumirem uma posição política. Só resta saber se vocês estão do lado da deputada ou do lado do vice-prefeito.
Ah! Li em algum lugar desse blog que vocês vão selecionar as mensagens postadas. Espro que essa entre na seleção. Acreditos que inúmeras pessoas tem a mesma opinião sobre isso. Vamos ver!!
Um abraço e mais uma vez, parabéns, o curso de ator que vocês fizeram foi demais!
21 Maio, 2008 às 3:56 pm |
Angelina,
Sinto muito, mas esse espaço virou sim um bate papo há bastante tempo…só você que percebem.
Acho a iniciativa válida, mas infelizmente vocês não estão sabendo levar e a cada resposta deixam esse espaço com nível cada vez mais baixo, o que não combina com o “quem somos”, descrito aqui.
Um abraço
22 Maio, 2008 às 11:39 am |
Creio que o complexo de superioridade de alguns membros deste picadeiro tenha colocado tudo pra agua abaixo. Chegaram se achando os melhores, os intelectuais, os paladinos da verdade e da língua portuguesa. Triste erro, ninguém é melhor que ninguém e até mesmo para criticar é necessário ter sabedoria, inteligência e principalmente empatia.
Palavras ao vento, ataques desmedidos e discursos vazios estão fazendo a ruína deste projeto, que ao que tudo indica, já nasceu morto.
22 Maio, 2008 às 12:52 pm |
Lucas
Na edição de 20 de maio do jornal O Popular, na página 06, destinada às notícias policiais, há a seguinte chamada: “Buraco provoca capotagem”. Logo abaixo da chamada há uma fotografia do acidente com a seguinte legenda: “Veraneio foi desviar de buraco e perdeu controle do carro”. Não sou jornalista, mas sou formada em letras, pena que a instituição que freqüentei foi a FACEAR, fato que me desqualifica, segundo alguns, no que tange à possibilidade de fazer qualquer crítica sobre a matéria citada acima. Isso é muito desconcertante, pois, sem a formação necessária, como poderei expor minhas dúvidas acerca do fato de que, em minha leitura, o carro citado na legenda da matéria era a Veraneio, mas, seguindo a forma como a legenda foi escrita, “Veraneio” parece ser o motorista. Outro fato interessante é o de que me gabo tanto por esse curso. Em nenhum comentário citei ser formada em Letras, então, Lucas, qual o seu embasamento para tal afirmação? Você só sabe que sou formada em Letras porque na Seção Quem Somos há essa informação. E não recorro à autoridade da formação para falar sobre o assunto, mas aos conhecimentos que adquiri em leituras e pesquisas ao longo de minha vida.
Cito novamente a legenda: “Veraneio foi desviar de buraco e perdeu controle do carro”. Veraneio foi desviar de buraco: primeira premissa. Veraneio perdeu controle do carro: segunda premissa. Se Veraneio foi desviar do buraco e depois perdeu o controle do carro, então Veraneio não é o carro, mas talvez seja o motorista! Na maioria dos casos, é o motorista que perde o controle do carro, e partindo do fato que a matéria nomeia o motorista como Miguel Ari Ferreira dos Santos, então quem é a Veraneio que perdeu o controle do carro?
É preciso muito para perceber isto? É necessária uma análise que leve em consideração a semiótica para entender o que está errado neste caso? É preciso um PHD?
Você, que mostra-se tão rigoroso e conceituado, está satisfeito com a mídia local?
Somos fraquinhos, fraquinhos. Quais critérios você utilizou para chegar a essa conclusão? E não vale responder com metáforas desgastadas.
Pão e Circo para o povo. De novo, Lucas? Continuem dando espetáculo. Suas frases são tão originais e criativas… E nós que fazemos uso de discursos vazios?
Agradecemos sua visita.
Uma pena você não gostar do Projeto.
Angeline Suellen Pires
22 Maio, 2008 às 1:20 pm |
ANGELA
Em momento algum discordei da idéia do Tal Zanella e não lembro de ter ofendido alguém com alguma resposta. Se o fiz, não foi intencionalmente.
Note que, mesmo quando fomos duramente atacados e vilipendiados (Daniel Zanella: o peão entregador de jornais; Sandi Bart: o cantor falido e eu: a desqualificada, formada pela FACEAR) mantivemos o respeito ao responder os comentários.
Obrigada pela sugestão, continue nos visitando.
Angeline Suellen Pires.
22 Maio, 2008 às 1:24 pm |
Juliano
Meu nome é Angeline.
O nome do prefeito apareceu no blog, isso basta para que a partir de agora sejamos oposição. Isso não é forçar demais a interpretação?
A coisa é muito simples de entender, nosso foco é a imprensa, não a política da cidade. Insistir nisso, ou é realizar uma interpretação parca demais, ou denota desespero por parte daqueles que não têm argumentos para justificar que Veraneios não perdem o controle de carros, pois Veraneio é um carro. Sim, também há o argumento ad hominem, mas esse recurso é tão vil que não merece refutação.
Apareça sempre.
Angeline Suellen Pires
23 Maio, 2008 às 8:10 am |
êta coração de pedra… a troca de farpas só deixa o ambiente mais interessante!
23 Maio, 2008 às 2:05 pm |
Angeline Suellen Pires
Samba de uma nota só… (em homenagem ao Sandi e sua ausência)
Ao analisar um texto e expressar uma opinião que vai além da ação de INFORMAR o Circo correu um grande risco de pisar (e pisou) na linha da parcialidade, tão criticada neste espaço. Afinal, a informação por si só, permite que leitor decodifique os fatos, e faça a sua interpretação da realidade de uma maneira menos poluída. Portanto, reafirmo que o Projeto assumiu sim, uma postura política (louvável), o que não tem nada a ver com uma postura partidária, pois, há um abismo de diferenças entre estas duas palavrinhas da língua portuguesa. Logo, Angeline, não fica bem para uma estudiosa da lingüística escorregar na semântica, talvez tenha sido a pressa em correr com as respostas, que tombo hein? (desculpe, não pude evitar esse comentário). Acredito que já passou da hora da comunidade circense explorar outros acordes, mesmo que dissonantes, dessa sinfonia de idéias voláteis. Caso contrário pode desafinar…
23 Maio, 2008 às 2:54 pm |
Carlos Poly
Com base nos comentários anteriores, acredito que ficou evidente a que tipo de postura política me referi. Imaginei que fosse sobre este posicionamento que você estivesse discorrendo.
Devo admitir, talvez tenha te interpretado mal.
Angeline Suellen Pires
23 Maio, 2008 às 8:41 pm |
Carlos Poly:
Obrigado por notar minha ausência, apesar de não ser assim tão verdadeira. Só não posto há algum tempo e venho acompanhando os comentários (aliás, deveras picantes) que ultimamente têm sido feitos.
Gosto da sua forma de encontrar um tema e comentar usando os termos do mesmo. Agradeço também pela escolha musical desse último.
Poly, lembro que há alguns anos, houve um “Dia do Artista” no Teatro da Praça. Faz tempo, Poly. Uns 7 ou 8 anos, por aí. Nessa época a coisa era feia para os artistas da cidade. Eu fazia teatro e você já era um artista plástico e fotógrafo respeitado na cidade, especialmente no meio teatral. A prefeitura dispunha uma verba ridícula para as encenações, não permitia que os envolvidos nas peças teatrais buscassem patrocínio da iniciativa privada e não permitia que pagassem do próprio bolso. Lembra disso? Foram anos negros para o Teatro. Pois bem: nesse “Dia do Artista” estava tocando uma música durante uma apresentação de expressão corporal, e ao mesmo tempo, no cantinho do palco, você estava com um papel pardo bem grande na sua frente, e alguns pincéis na sua mão. Todos os artistas viam a prefeitura como uma espécie de censores da arte. E você desenhou um rosto de um homem com os olhos baixos e a boca costurada. Você ainda deve ter esse quadro guardado. Mas o clima da época era tão ruim entre o Teatro e a Prefeitura que o seu quadro me chocou bastante, tanto que só o vi uma vez e lembro nitidamente dele.
O “mestre de cerimônias” da noite olhou desconfiado para sua pintura, e teve a bendita idéia de te perguntar o que significava. Você respondeu: “a arte não precisa ser explicada, mas sentida”. E foi ovacionado. Você sempre foi bom com as palavras.
O que me irrita imensamente na posição da Imprensa de Araucária não é que eles falem bem do Olizandro e das Obras Maravilhosas do Olizandro nem do Avanço Fenomenal E Nunca Antes Visto Na História Da Cidade Proporcinado Pelo Melhor Prefeito Que Araucária Já Teve Olizandro. Eu sei da importância das obras, não a nego. Não nego que o prefeito tem muita, mas muita gente competente trabalhando pra ele. Secretários, Diretores, Assessores etc. Sou até amigo pessoal de vários deles. A administração municipal tem, sim, grandes qualidades.
Do mesmo jeito que tem grandes defeitos. E não vou enumerar defeito nenhum para que, de uma vez por todas, parem de tentar colocar palavras nas nossas bocas. NÃO SOMOS CONTRA O PREFEITO OLIZANDRO.
Somos contra essa Imprensa grotesca e absurda que, por algum (bom) motivo, não faz jornalismo nenhum, posto que é necessário, para o jornalismo sério e competente, ver os dois lados da situação. Mesmo que a Imprensa seja a favor da atual gestão, será que é impossivel citar os pontos contra a mesma? Você lembra, Poly, qual foi a cobertura dos jornais quando saiu o escândalo dos CCs fantasmas? Era o assunto mais discutido de Araucária, mas houve apenas notinhas curtas e rápidas sobre o assunto. O jornalismo sério tentaria entrar na mesma onda dos outros veículos de comunicação (os não-sustentados com dinheiro de propaganda do governo atual) e traria ao leitor de Araucária informações sérias e desprovidas de interesses políticos. Seja sincero ao lembrar desse caso.
Não havíamos nos entendido nesse ponto, ao que me parece muita gente não tem lido todos os comentários, mas isso já foi explicado antes. Mesmo assim, repito: nossa posição é política no sentido de exigir que a imprensa trate o governo de forma séria, não simplesmente sendo a classe subserviente que tem sido. Não temos partido político nenhum, nossos votos na próxima eleição não interessam a ninguém, e caso achássemos necessário usar esse espaço para fazer politicagem, faríamos. Não achamos necessário. Pelo contrário, achamos repugnante.
Um abraço, espero não ter usado dissonantes demais.
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
24 Maio, 2008 às 10:24 am |
Sandi Luiz Bartnik Godinho
Metro Linha 743…
Fico feliz em saber que minha performance, de certo modo, despertou alguma reação. Velhos tempos… Sempre tive uma posição clara e radical sobre ao papel do poder público em relação às artes, e compartilhei deste ponto de vista com amigos, alunos e artistas com os quais trabalhei. Porém, minha proposta exige que o cordão umbilical seja cortado. Afinal, depois de aprender a técnica (o que deve ser propiciado, neste caso, pela prefeitura), acredito piamente que o verdadeiro artista deve voar com as próprias asas. Mas, infelizmente, os maiores censores da arte ainda são aqueles que a produzem, e usam a falta de investimentos do governo nessa área, para camuflar a sua letargia criativa. Após ouvir “Quebra-cabeça sem luz” de Oswaldo Montenegro, uma frase atingiu a minha forma de percepção, como um soco na cara: “E a gente repete que quer, mas, não busca. E de um modo abstrato se ilude que fez…”. Partindo da idéia que a arte é o veículo de comunicação dos sentidos, qual seria a sua importância para a vida do ser humano? E mesmo sabendo a resposta, ela é irrelevante, muitas vezes para o próprio artista… A propósito, aquele desenho foi uma espécie de retrato da minha mediocridade.
Quanto à imprensa local, não quero questioná-la, pois desconheço uma imparcialidade total nesse meio, e digo isso em nível mundial. Você lembra do caso em que o jornalista Larry Rohter, correspondente do “The New York Times”, no Brasil, utilizou uma fotografia do Lula (segurando um caneco de chopp, na abertura da Oktoberfest) numa reportagem que dizia que por abusar do consumo de bebidas alcoólicas, o presidente brasileiro estaria prejudicando seu desempenho no cargo? E é considerado um dos jornais mais sérios do mundo… É impressionante como a leitura de um fato gera vários significados para uma única informação. Não acha? E sinceramente, dois homens fumando juntos pode ser muito arriscado…
24 Maio, 2008 às 10:29 am |
Errata: agora fui eu quem escorregou na língua portuguesa (deve ter sido praga da Angeline). No lugar de “Metro Linha 743″ leia-se “Metrô Linha 743″…
27 Maio, 2008 às 1:59 pm |
Sandi,
Criticarei a sua resposta com a ótica de quem já foi cliente de quase todos os jornais citados, como anunciante.
“Somos contra essa Imprensa grotesca e absurda que, por algum (bom) motivo, não faz jornalismo nenhum, posto que seja necessário, para o jornalismo sério e competente, ver os dois lados da situação.”
**Criticar é bom, mas apontar soluções não é.**
Existem vários profissionais envolvidos na produção de um jornal, pessoas que fazem seu trabalho e buscam, ao menos, não serem rotuladas de “grotescas”.
Absurdo maior, a meu ver, é transformar tudo em uma peça teatral, ou melhor, em dramalhão mexicano, falando difícil com ar de intelectual enquanto a vida passa, e não agregando valor as situações, ou seja, “sabe aquele que falou, falou e falou mas não disse nada?”
A imprensa de Araucária é falha, concordo, e existem impressos que não devem ser chamados de jornais, pois além de serem “panfletos” gratuitos, não mostram resultado algum para seus clientes. Mesmo o Popular, que é o melhor jornal de Araucária em minha opinião, tem erros graves, mas prefiro, e muito, manter meu anuncio com eles do que anunciar em grandes jornais da capital que cobram muito e agregam quase nada em Araucária. Você já viu alguma matéria sobre o comercio local na tão elogiada Gazeta?
Em relação à “ver os dois lados da situação”, concordo com você. Mas, não generalizando, será que você também não está apenas vendo um dos lados da situação?
Sugiro que os comentários sejam mais diretos e menos lúdicos, ou seja, que tenha resultado pratico da verdadeira critica de bom senso: melhorar a imprensa de Araucária apontando falhas e principalmente possíveis soluções.
27 Maio, 2008 às 3:38 pm |
Definitivamente vocês estão perdendo o rumo das coisas. Pensem antes de contruir críticas, isso aqui está pra lá de infantil, tem muito o que amadurecer.
27 Maio, 2008 às 3:56 pm |
O QUE É ESSA TAL DE FASE 2 QUE A GALERA TÁ COMENTANDO AÍ? FUI.
27 Maio, 2008 às 3:58 pm |
Leandro
Nossas críticas sempre são baseadas em alguma idéia e justificadas.
Por que estamos perdendo o rumo das coisas?
Por que o projeto está prá lá de infantil?
Sugestões sempre serão bem-vindas.
Agradecemos a visita.
27 Maio, 2008 às 4:45 pm |
Por qual razão vcs não aceitam críticas?
Sempre que um leitor faz uma crítica ou descorda de alguma opinião do site vcs já rebatem em seguida!!!
Fala sério… já imaginaram se os jornais locais fizessem a mesma coisa? ficassem respondendo todo mundo!
Quanto amadorismo!
27 Maio, 2008 às 6:37 pm |
Camila, este espaço é o “fórum” do circo. Em um fórum se discute.
Como já foi dito, nossas críticas sempre são baseadas em alguma idéia e, principalmente, justificadas. Como adotamos essa postura em relação a tudo que pretendemos falar sobre a imprensa, esperamos que no momento em que alguma crítica seja feita ao nosso projeto, que ela obedeça a esse mesmo critério, afinal, uma crítica vazia é algo “pra lá de infantil”, não acha? Sempre que recebemos alguma crítica, não só aceitamos como fazemos questão de mostrar qual é a nossa posição em relação a ela, e isso não é uma questão de amadorismo, mas sim de transparência.
Volte sempre.
28 Maio, 2008 às 9:52 am |
Falando em bons textos, quantas repetições de “críticas” heim? Prá quem manda bem com a língua portuguesa e sua escrita, vcs estão deixando a desejar nessa resposta…
28 Maio, 2008 às 1:21 pm |
Quero manifestar toda a minha insatisfação pela falta das colunas de Elias Texera Teixera Teixeira Tchêchera Black. O cara é um crânio, um articulador político nato…. como vocês podem deixálo de fora? Porque, porque porque prque!!!!!!!
E o Dioni, aquela outra mente brilhante, aonde está??????? Elias e Dioni, vocês que gostam de todos os tipos de carinho inclusive entre amigos, coltem a nos iluminar com seu portugues, suas idéias e suas visões políticas……
POR FAVOR !!!!!!!!!!1
28 Maio, 2008 às 2:01 pm |
EI POVO. O CIRCO ACEITA AS CRÍTICAS. SE NÃO ACEITASSE ELE NÃO COLOCARIA AQUI NO SITE. ISSO AQUI TÁ PARECENDO ATÉ BRIGUINHA DE CRIANÇA. E O QUE É ESSA FASE 2 ALGUÉM AÍ PODE ME CONTAR.
28 Maio, 2008 às 2:27 pm |
Hericamilocuca
A segunda fase de nosso projeto é uma empreitada que pretendemos desenvolver no período eleitoral que se aproxima.
Estamos dispostos a dissecar ainda mais os jornais locais e desvelar os interesses envolvidos por trás das notícias publicadas.
Por se tratar de assunto delicado e extremamente perigoso (em diversos aspectos) estamos ainda na fase de pré-produção desse projeto, que apelidamos jocosamente de Segunda Fase.
Obrigado por suas participações.
28 Maio, 2008 às 3:12 pm |
VIXE MARIA! VCS VÃO TER TRABALHO QUE NÃO ACABA MAIS. UMA IDÉIA BACANA SERIA CRITICAR TAMBÉM OS JORNAIZINHOS QUE OS CANDIDATOS FAZEM NA CAMPANHA. FUI.
29 Maio, 2008 às 7:26 pm |
Nota de pezar (ao istilo Marco Zero)
Foi com imença tristesa que ressebi a notícia de que meu muy amigo Dioni não mais escreverá no Marco Zero a esquerda. Daniel Zanella, seu mensageiro da desgrassa da emprensa araucariense, não ficaste tristi de notissiar taum habalante fato?
E agora? o que será feito para prenxer a lacuna deichada por Dioni e ceus testos tão tocantes(fio terra tb vale entre todos os tipos de carinho).
Onestamente, cinto um vasio himenço dentro de mim. Não mas poderei ler aquelas produssões maravilhosas falando do carinho, do amor e dos toques entre amigos. Pior, nunca mais terei asseço ao material da internete que ele copiava com tanta dedicassão para colocar em suas colunas quando não tinha inspirassão para escrever seus textos de carinho.
Triste, muito triste!
30 Maio, 2008 às 8:12 am |
PRO CIRCO DA IMPRENSA: VCS PODERIAM CRIAR O TROFÉU “DIONI GATU”. FUNCIONA ASSIM – A “MELHOR” MATÉRIA DO MÊS GANHA ESSE TROFÉU. SÓ NÃO VALE O MARCO ZERO PARTICIPAR SENÃO ACHO QUE VAI FALTAR TROFÉU. AHA AHAHA AHAHAH. FUI.
30 Maio, 2008 às 9:23 am |
Puxa….
Por motivos pessoais fiquei sem poder ler o Fórum por alguns dias após minha primeira postagem, pensei que o debate entre os visitantes do Circo estaria melhor…
Pena ter me enganado, em partes, pelo menos o Programa da xuxa acabou, mas infelismente começou outro, agora está em clima de ratinho…
Ataque pessoais, mais diretos, ofensivos. Se for pra criticar ou elogiar, façam a imprensa de Araucária e não as pessoas, o blog foi criado pra “analisar a impresa de Araucária”. Se o Dioni gosta de carinhos? E daí, isso é problema dele, NÃO de VCS, ele é quem precisa saber se gosta ou não, não precisa ser comentado, discriminado.
Não sei se vocês leêm/assistem jornais pois até onde eu saiba “Discriminação, social, racial, sexual é crime”
Voltem ao foco de analisar os Jornais! Por favor, parem com esta baixaria.
2 Junho, 2008 às 10:48 am |
SUGESTÃO PRO CIRCO: ACHEI UM JORNAL QUE É UM SÉRIO CONCORRENTE PRO MARCO ZERO QUE CIRCULA SEMPRE EM ARAUCÁRIA E SEMPRE COLOCA NOTÍCIAS DAQUI. O NOME DELE É “IMPACTO DO PARANÁ” E É GRATIS. CARACA MALUKO – ELES DÃO UMA AULA DO QUE NÃO DEVE SER FEITO NO JORNALISMO, E O MAIS LEGAL PRA VCS É QUE ELES FAZEM OPOSIÇÃO PRO PREFEITO. AGORA VCS VÃO PODER CRITICAR OS DOIS LADOS – QUEM É OPOSIÇÃO E QUEM É SITUAÇÃO. A GALERA QUE TRABALHA COMIGO FEZ UM BOLÃO DIZENDO QUE VCS NÃO VÃO TER CORAGEM. TO APOSTANDO EM VCS. FUI
2 Junho, 2008 às 12:29 pm |
Herick:
Nós lemos todas as edições do Jornal Impacto do Paraná. Realmente é um jornal com uma série de erros dignos de aparecerem no Circo da Imprensa.
A galera que trabalha com você ainda não entendeu que o nosso trabalho é voltado para os jornais produzidos aqui na nossa cidade. Õ que importa não é onde são distribuidos, mas onde são feitos. Do contrário também observaríamos a Gazeta do Povo, a Tribuna, o jornal da Fazenda Rio Grande que é censurado aqui… nós lemos todos eles, acreditem.
Não é uma questão de coragem. Na verdade, há um jornal novo na cidade, que não é governista… logo estará postado no Circo também. Isso se não for recolhido das bancas antes de ser distribuido…
Desculpe-nos por termos feito você perder a aposta. Recorra, os termos não estavam claros.
Um abraço.
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
3 Junho, 2008 às 8:41 am |
PRO SANDI; NÃO TEM JEITO, O PESSOAL NÃO PERDOOU EU PERDI A APOSTA E VOU TER Q PAGAR A CERVEJADA NA BALADA DO FINAL DE SEMANA – PERGUNTAR NÃO OFENDE – SE VCS SÓ CRITICAM JORNAL DE ARAUCÁRIA VCS NÃO ACHAM QUE TA FALTANDO JORNAL NESTA LISTA – POR EXEMPLO: O JORNAL DOS FUNCIONÁRIOS DA REPAR, DA AAM, DA CSN, DA NOVO NORDISKI, DA GERDAU, ETC? SE NÃO FALTA – POR QUE VCS CRITICAM O JORNAL DOS FUNCIONÁRIOS DA PREFEITURA ENTÃO? AH E O TROFÉU “DIONI GATU” VAI SAIR? QUEM “CENSUROU” O JORNAL DA FAZENDA RIO GRANDE? SE A RESPOSTA FOR A PREFEITURA POR QUE NÃO “CENSUROU” O IMPACTO DO PARANÁ TAMBÉM? QUEM DISSE ISSO? (ESSA PARTE DA RESPOSTA PARECE QUE FOI ESCRITA PELO POVO DO MARCO ZERO. EU OUVI DIZER QUE ALGUEM DISSE PRA UM AMIGO DO MEU PRIMO)QUANDO E ONDE VC VAI TOCAR EM ARAUCÁRIA? O POVO QUE TRABALHA COMIGO DISSE Q VC É BOM E EU QUERO CONFERIR – FUI.
3 Junho, 2008 às 12:18 pm |
Herick:
Infelizmente 1) Você perdeu a aposta e
2) Não temos acesso a todos os jornais que você citou. Se tivéssemos, seria possível que também estivéssemos de olho neles.
Estarei com minha banda no Bagdá Brasil no dia 20 de junho. É uma sexta-feira. Apareça pra tomarmos uma cerveja e bater um papo sobre esse assunto pelo qual tanto nos interessamos que é a imprensa de Araucária.
Agradeça por mim às pessoas que trabalham com você pelas palavras gentis sobre meu trabalho.
Um abraço,
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
5 Junho, 2008 às 4:42 pm |
Aí galera do circo. Que tal vocês analisarem alguns sites produzidos em Araucária, como por exemplo o araucariaonline.com. Eu estava visitando esta página quando descobri o novo Dioni Gatu, é um colunista que usa palavras bonitas quando escreve, cheio de floreios, etc e tal. Mas no fundo, no fundo, diz o mesmo que o Dioni diz, só que de uma maneira mais intelectual. Tem até uma foto do jovem escritor fazendo carinha de inteligente (muito engraçado). Segue dois trechos de duas colunas assinadas por ele:
“Resta-nos torcer quando nos perdermos numa ilha com a Julia Roberts para estarmos com as pessoas mais importantes em nossas vidas. E torcer para que ela não seja uma chata criacionista”.
(esse gosta de carinho também, mas não muito)
“Só às mulheres revelo a base máxima da minha doutrina. Se meus personagens acordarem da própria farsa e quiserem me derrubar, meu último pedido antes de ser enforcado será escrever todos os meus pecados no corpo de uma mulher. Se for preciso, eu pago”.
(isso é coisa de tarado, mas “no meu caso – uma mulher”)
Quem diria que o tão atacado Dioni Gatu iria fazer escola.
6 Junho, 2008 às 10:18 am |
PRO O OBSERVADOR: ENTREI NO SITE QUE VC CITOU – NADA HAVER VC TIRAR SARRO DO DANIEL E COMPARAR ELE COM O DIONI. O CARA ESCREVE BEM. SEU COMENTÁRIO ATÉ PARECE COISA PESSOAL. VC PRECISA OBSERVAR MELHOR ANTES DE CRITICAR. PRA QUE TANTO RANCOR NESSE CORAÇÃOZINHO. FUI.
7 Junho, 2008 às 2:56 am |
O Observador:
Fico lisonjeado em receber críticas sobre meus trabalhos literários. Ao menos, você se dignificou ao ofício de lê-los todos, já que as passagens criticadas estão em datas bem distantes uma da outra no site. Bem, também pode ter sido aleatório o seu critério de escolha das colunas. Aí, só me resta dizer que você foi bem feliz nas corneteações, embora acredite que soltas as construções criticadas fogem do contexto em que estavam situadas.
Sobre o comparação com o colunista (..Dioni..), fico imensamente grato, já que sei (in loco) o poder de entreterimento de seus escritos. Acho que nunca chegarei até o nível dele.
Antes de repudiá-lo por usar um fake pra criticar meu trabalho, destaco que escrevo também para o site Arauplug.com e para o portal Recanto das Letras.com.br. Inundo também a comunidade Araucária do Orkut com dissertações suspeitas.
Publico esporadicamente artigos no Impacto Paraná e maltratei os leitores de O Popular durante um ano com teorias diversas sobre a influência de mulheres de vestido no mundo globalizado e de políticos oportunistas que dominam as redações dos jornais locais.
Não durei muito. Sorte dos leitores.
Obrigado e apareça sempre.
Daniel Zanella
10 Junho, 2008 às 8:50 pm |
Ao Circo da Imprensa
Alguém me disse que dizem por aí…
“06/06/2008 – Dizem que determinado fotógrafo da Prefeitura passa horas e horas elaborando respostas e metáforas para o fórum do Circo da Imprensa. Já sabíamos”.
Era para eu aceitar essa provocação? Suponho que sim… Ou será aquele momento em que o palhaço escolhe alguém da platéia para participar da sua piada? Então, tentarei não desapontá-los. Já que não posto recados venenosos desde o dia 24 de maio. Logo, entendo essa linha de raciocínio, na qual hipoteticamente eu passaria “horas e horas elaborando respostas e metáforas” para este fórum. Confesso que fiquei quase lisonjeado por merecer um comentário no Entrelinhas. Obrigado pela homenagem, mas da próxima vez (se houver) podem se dirigir a diretamente a minha pessoa; utilizando o meu nome, pois “determinado fotógrafo de Prefeitura” é muito (muito)… Se for para provocar, sugiro que algumas de minhas fotografias, que são publicadas nos jornais locais, sejam analisadas, criticadas, escrachadas e defenestradas pelo Projeto. Essa inversão de papéis foi apenas interessante, ou melhor, engraçadinha…
Acredito que precisarei de muitas outras horas, talvez alguns anos, para elaborar uma metáfora entendível e, que retribua toda essa “superdotação intelectual” aqui exposta. Por enquanto, perdoem-me pela ausência. Toda essa overdose de informação deixou meus pensamentos um tanto quanto entorpecidos… Mas, se era para matar saudades, aqui estou, sem muito a dizer (imaginem mais um cricrilar)… Porém, não serei indelicado e, atendendo a deixa, pergunto: seria o Circo da Imprensa capaz de manifestar suas frustrações com os canais de comunicação, criando espaço para um tipo novo de terapia diferenciada, seguindo o conceito de uma produção jornalístico-literária, com base no “alguém me disse que dizem por aí”, fazendo com que o Projeto, enquanto produto, torne-se mera repetição? Não é necessário responder. Afinal, nós já sabemos…
11 Junho, 2008 às 10:23 am |
Isso aqui está ficando chato e sem graça.
11 Junho, 2008 às 10:24 am |
sempre as mesmas pessoas postando, não aparece ninuem novo. Sempre as mesma briguinhas e os mesmos posts falando a mesma coisa.
É.. depois que o Dioni Gatu foi embora o circo nunca mais foi o mesmo
12 Junho, 2008 às 3:23 pm |
Caro Poly
Há quem diga que você é praticamente o quinto membro do Circo da Imprensa. Juro que não sou quem diz isso. O fato é que você praticamente exerce a função de ombudsman do nosso projeto. Louvamos isso, embora algumas vezes não entendamos suas críticas e metáforas.
É óbvio que a nota da seção Entrelinhas que causou a sua comoção é uma mera provocação. Mas não deixa de existir um critério para sua publicação. A seção Entrelinhas é voltada à cobertura dos bastidores da imprensa local e suas idiossincrasias. Pausa. Temos como alicerce do projeto manter um contato amistoso como os periódicos criticados. São as idéias que brigam, não as pessoas. Diversas vezes abrimos o diálogo pra evitar maiores problemas e melhorar o canal de comunicação com os veículos locais. Fecha a pausa.
A maior parte dos publishers até admira nosso trabalho, já que, de certa forma, poupamos o trabalho e desgaste de cobrança interna aos jornalistas contratados. E não são poucas às vezes em que esses publishers e outros colaboradores acabam nos contando histórias curiosas do meio e pedem sigilo de fonte. Mesmo nós que não somos jornalistas, sabemos da ética existente nesses casos. Por exemplo, não seria muito conveniente dizer quem foi o seu companheiro de trabalho que nos confidenciou sua demorada ocupação com as respostas ao nosso blog. Poderia gerar um certo mal-estar…
Ademais, a seção Entrelinhas não deixa de se configurar num exercício de meias-palavras com o objetivo de provocação e ironia. Eu, que assino a coluna, infelizmente, gosto desse duvidoso ofício.
E não deixe de contribuir com suas participações.
Obrigado
Daniel Zanella
12 Junho, 2008 às 3:24 pm |
Das suspeitas de anti-jornalismo
Não é mero acaso o poder de desinformação dos meios jornalísticos de Araucária. A imprensa da cidade defende explicitamente interesses escusos ou cruzados e se reveste de todo um arsenal potente de práticas típicas do jornalismo oficial, defensor do bolso que mais lhe convém. Um exemplo claro do viés entreguista e comprometedor da imprensa local é a prática ricuperiana de noticiar de acordo com a pré-determinação do envolvido, geralmente, mandatário político do veículo de comunicação ou empresário polpudo. Diria o infeliz ex-ministro Rubens Ricupero: o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde.
Pra ser mais direto, basta analisar os rumores políticos que dão conta da possibilidade de inelegibilidade do atual prefeito do PMDB Olizandro José Ferreira, acerca de período em que o mesmo foi presidente da Câmara Municipal. Investiga-se o fechamento ou não das contas de sua gestão. Investiga-se, é bom dizer. Não há nada comprovado e não se deve estimular qualquer tipo de juízo antes das decisões judiciais cabíveis. Evita-se assim denegrir-se a imagem de cidadão do prefeito, que é, até que se prove judicialmente o contrário, inocente e digno de defesa constitucional.
Só que a boataria desmedida e desvairada se disseminou, como sempre acontece em casos do gênero e se espalhou à boca pequena teorias diversas- muitos querendo ver o prefeito se dar mal, outros querendo fingir que nada está acontecendo e jornais impressos de Curitiba colaborando pra desinformação generalizada. A imprensa local, possível meio de esclarecimento da situação, entretanto, não deu uma informação sequer a respeito, numa prova quase cabal das relações perigosas entre a mídia e os poderosos – também assim o é com empresários envolvidos em escândalos e práticas pouco louváveis, que passeiam livremente pelos jornais sem um pingo de preocupação com notícias contrárias, restando à população o cuidado com certos comentários óbvios, porém ameaçadores à integridade de quem diz…
O provincianismo local, aliado a uma boa dose do coronelismo que cala a divergência e utiliza meios eficazes de coerção, ainda se faz predominante nas redações locais. O jornalismo que se pratica em Araucária ainda é um desserviço social, um jornalismo arroz de festa, de conluio e escuridão, onde quem perde é o leitor, o ouvinte, o telespectador – os pobres-diabos consumidores da informação manipulada.
Daniel Zanella
13 Junho, 2008 às 12:30 pm |
Então como ficamos?
tem gente insinuando que as críticas são sempre as mesmas, também pudera, eles continuam com os mesmos erros.
Outros dizem que não se dever tirar sarro ou ser infantil e indicar o erro. Ensiná-los…
No meu ver a faculdade é deveria fazer isto, e tiveram bastante tempo para aprender…
Agora jogam a responsabilidade para o CIRCO ensinar…
Se bem que… Para não apoiar o trabalho do circo, só quem tem o rabo preso, tem algum vínculo, nem que seja de amizade com os “jornaleteiros” dos jornalecos!
13 Junho, 2008 às 12:43 pm |
Ao efervescente Daniel Zanella
Quantos golfinhos você consegue ver dentro da garrafa?
Eles (os golfinhos) adaptam constantemente seu comportamento, deslocam-se num grupo compacto, dividido em várias unidades, geralmente numa só direção, e claro, próximos à superfície, pois dá menos trabalho na hora de respirar… Mas, dentro de uma garrafa, o caminho natural é nadar sonolentamente e, em círculos. Portanto, não é justo exigir dos pobres bichinhos alguma demonstração de suas habilidades, como por exemplo, as piruetas e saltos acrobáticos.
Só que, num belo dia, alguém teve a brilhante idéia de jogar um comprimido antiácido pelo gargalo, talvez com a intenção de despertar os cetáceos que, rapidamente perceberam que havia algo de estranho e trataram de colocar em prática uma de suas principais características: a adaptabilidade. Logo (pausa longa), quase nada aconteceu (dois ou três se desesperaram e sumiram do cardume), além das bolinhas que deixaram a água menos estática.
Porém, o trabalho não foi em vão, nesse borbulhar, outros animais, menos fofinhos, saíram da toca, como os caranguejos e, resolveram colocar suas garrinhas de fora. E lá de baixo, incansavelmente convidam os golfinhos para se aprofundarem um pouco mais nesse recipiente imaginário…
Daniel, a essa altura você deve estar se perguntado: o que será que esse determinado fotógrafo andou cheirando? Na verdade, devo ter engolido muita água após ter naufragado enquanto navegava nesta página.
Fico emocionado (snif, snif) por mais uma provocação no Entrelinhas. Admito que sou um observador assíduo das idéias aqui publicadas, embora nunca tenha feito nenhum esforço para esconder essa minha fraqueza, muito pelo contrário. A propósito, proteja as suas fontes. Não era necessário revelar o óbvio.
Quinto membro? Essa foi boa… Sugiro o Guilherme Scalzilli, alguém me disse que dizem por aí que ele está desempregado. E Quando seus personagens acordarem da própria farsa e quiserem te derrubar, não esqueça de ter em mãos uma caneta (da série: “Amor/Paixão/Carinho”)…
Espero que o excesso de metáforas não tenha afogado a essência dessa indigestão filosófica e pouco criativa.
Enquanto isso, os golfinhos bailam ao som estridente do tchiiiiiiiiiiiiiiiii…
13 Junho, 2008 às 2:58 pm |
Ponto para o Poly. Agora no marcador do picadeiro, Carlos Poly 2, Daniel Zanella 1.
Quero ver você sair dessa Daniel.
Isso tá ficando bom de novo !!!!
18 Junho, 2008 às 9:06 pm |
Infelizmente, devido a um problema técnico no nosso servidor, o comentário de número 157, de autoria do nosso leitor Carlos Poly, foi apagado. Pedimos sinceras desculpas a todos.
Segue o comentário com seu texto na íntegra:
A quem possa interessar
Especulações Sobre a Verdade (uma tentativa de plágio)…
13/06 – Após passar horas e horas elaborando respostas e metáforas, um determinado fotógrafo da prefeitura pirou o cabeção e, maltratou os leitores do blog com um comentário um tanto quanto alucinógeno.
14/06 – Corre a boca pequena que o integrante do Circo da Imprensa se divertiu muito com o post direcionado à sua pessoa. Dizem até, que seus colegas circenses emitem um sonoro “tchiiiiiiii” quando o encontram.
15/06 – Tem leitor deste fórum ansioso por um embate de proporções épicas entre Carlos Poly e Daniel Zanella. Os mais maldosos até sugeriram a manchete: “Verborragia e sangue no picadeiro fazem bebum atirar em ET”. Quanta imaginação…
16/06 – A insinuação de que o Circo da Imprensa teria um quinto membro inspirou muitas piadinhas. Teve até colega de trabalho que presenteou o suposto cidadão com um nariz de palhaço.
17/06 – Da série “Alguém me disse que dizem por aí”: A simples hipótese de que poderia haver um espião (na prefeitura) que estaria revelando os “segredos” dos bastidores ao Circo da Imprensa gerou reações adversas; algumas típicas dos curiosos, outras comum em informantes de primeira viagem. Será que depois dessa a fonte secou?
18/06 – Um passarinho falastrão me contou que o Daniel Zanella prefere torturas mais sofisticadas para cortá-lo. Portanto, não adianta querer provocá-lo com uma conversa afiada. Uma dica: a loucura é um ofício que requer muita prática. Talvez seja daí que surgiram os golfinhos engarrafados e mal compreendidos…
24 Junho, 2008 às 8:06 am |
E o livro do Circo da Imprensa quando sai?
1 Julho, 2008 às 2:00 pm |
Parece que um novo exemplar do O MARCO ZERO A ESQUERDA SAIRÁ ESS ASEMANA.. VEREMOS QUE LIXO ILUSTRARA A PAGINA DO XODÓ DE ARAUCARIA… [PS: NA CAMPAHA: VOLTA A ESCREVER DIONI
2 Julho, 2008 às 3:17 pm |
Já perguntei varias vezes, mas ninguém responde.
A Folha é do Tião, O Popular é do Carlos, o xodó é dos GGs, mas e o Correio de Araucária? O Pedro é o que escreve do corta a frente e pica atrás, mas e o dono? Quem manda afinal? Quem pagou a cafeteira, canetas e a maquina de escrever?
Pedro, quem é o proprietário do Jornal Correio de Araucária?
E não adianta dizer que o proprietário é o povo que manda nas matérias e bla-bla-bla…
8 Julho, 2008 às 4:14 am |
VAMOS COLOCAR UM SORRISO NESSE ROSTO!!!
Já era hora de voltar para o picadeiro, e infernizar a todos.
Eu já estava ficando entediado, e aqui é divertido, afinal de contas aqui encontramos vilões e assassinos como:
O ASSASSINO POPULAR…VAI DIRETO NA GUELA.
O CORREIO MORTAL…CORTA NA FRENTE E PICA ATRÁS.
A SUPER FOLHA… esse não gosto muito não, ele é um jornal eco-chato, só pensa em salvar as baleias.
DIALOGANDO…VAI DIRETO NA COLUNA.
ARAUCÁRIA EM PÁGINAS…CAFÉ COM LEITE, mas tem futuro o menino.
E por fim o meu preferido, o grande vilão e assassino.
O JOVEM SUPER XODÓ…TEM PRAZER EM ASSASSINAR O PORTUGUÊS…SERIA TALVEZ POR SER JOVEM???
HAHAHAHAHA…
8 Julho, 2008 às 1:49 pm |
Matei o Coringa, quero dizer a Charada!!!!
O Jessé Padilha é o laranja dos Carvalhos por profissão e vocação, certo? Então, sendo assim, o Dioni está usando o Jessé para ser laranja de seus textos.. o Dioni escreve e o Jessé”laranja’ padilha assassina ou assina sei lá… BINGO!!!!!!!!!!!
14 Julho, 2008 às 4:11 pm |
Algum jornalista procura fazer um trabalho melhor por medo ou vergonha de aparecer no circo da imprensa?
14 Julho, 2008 às 4:16 pm |
Se a resposta for não, acredito que o blog seja inútil.
14 Julho, 2008 às 4:43 pm |
Quem é o público alvo do circo da imprensa?
Afinal, se você é uma pessoa que gosta de ler, encontra-rá todas estas pérolas nos próprios jornais impressos, então por quê visitar o blog?
Vai me dizer que você não lê jornais e lê o circo da imprensa?
Você se interessa mais por erros do que por informação?
Por quê não procurar informação útil antes de procurar erros?
Ou será que você lê os jornais, não nota os erros e precisa dar uma passadinha por aqui pra saber o qual a pérola do dia?
Ao ler os comentários de cada post do blog fica bem claro que o objetivo do visitante é tirar sarro dos jornalitas ou colunistas.
Por quê será que o tal objetivo; cobrar mais responsabilidade dos meios de comunicação; não está funcionando? Visto que cada dia mais e mais pérolas aparecem.
Será que o objetivo real é “Rir à Toa”?
Será que é um modo de descarregar o estresse que o dia-a-dia proporciona aos caros donos do blog?
Será que é algo pessoal? Inveja talvez…
Seja o que for, os erros estão aí, todos os dias, no que o blog contribui? vocês poderiam fazer uma pesquisa; apartir do dia que o blog foi criado os erros nos jornais diminuiram quantos %?
Cobrar responsabilidade o $#*#$($, isso aqui ta parecendo um espaço para defamar pessoas físicas e jurídicas.
15 Julho, 2008 às 1:07 pm |
Acho que eu sei a resposta: O circo da imprensa é uma jogada genial de marketing do jornal Marco Zero. Antes do circo da imprensa, quase ninguém sabia da existência deste periódico, agora ele é o xodó da imprensa araucariense, tudo graças a este blog. E não é raro encontrar os membros do circo saboreando um cafezinho com a turma do MZ – Parabéns! vocês são geniais. Essa é a melhor campanha publicitária que eu já vi.
15 Julho, 2008 às 2:26 pm |
Realmente o circo da imprensa é como a ferramenta de correção do word, mas também encontra “erros” do tipo racismo.
Com relação ao público alvo, como o Fabio disse, acredito que existam pessoas que realmente visitam o blog com o intuito de difamar os jornalistas ou colunistas, também existem os que não leem os jornais e passam por aqui pra ver o que aconteceu de errado.
Talvez o circo não esteja acalsando suas metas mas, ele mostra que existem pessoas que estão encomodadas com os erros nos jornais impressos. Talvez os donos do blog não tenham suas segundas intenções mas isso será dificil de ser comprovado.
Acho que um trabalho como esse deve ser feito mas como o Fabio disse não esta funcionando, está sendo em vão, me parece que a maioria que comenta está afim de tirar um sarro da cara dos jornalistas, e o maior problema é que mesmo com essa difamação os jornalistas continuam errando.
Resumindo, isso não funciona.
Fiquem com Deus meus Amiguinhos.
15 Julho, 2008 às 2:27 pm |
corrigindo:
Talvez os donos do blog tenham suas segundas intenções mas isso será dificil de ser comprovado.
15 Julho, 2008 às 10:08 pm |
CORRIGINDO MEUS PRÓPRIOS ERROS AGORA….
Realmente o circo da imprensa é como a ferramenta de correção do word,[A VÍRGULA TEM QUE SER DEPOIS E NAO ANTES DA PALAVRA "MAS"] mas também encontra “erros” do tipo racismo.
Com relação ao público alvo, como o Fabio disse, acredito que existam pessoas que realmente visitam o blog com o intuito de difamar os jornalistas ou [OS] colunistas [.], [T - LETRA MAIUSCÚLA]também existem os que não leem [CADE O ACENTO ^???] os jornais e passam por aqui pra ver o que aconteceu de errado.
Talvez o circo não esteja acalsando [PQP E A CEDILHA DO ALCANÇANDO??] suas metas mas, ele mostra que existem pessoas que estão encomodadas [INCOMODADAS NÃO ENCOMODADAS!!] com os erros nos jornais impressos. Talvez os donos do blog não tenham suas segundas [OU QUEM SABE AS PRIMEIRAS???] intenções mas [E A VÍRGULA DEPOIS DO MAS??? HEIN HEIN??] isso será dificil [DE NOVO - E O ACENTO DO DIFÍCIL - ASSIM NÃO DÁ!!!] de ser comprovado.
Acho que um trabalho como esse deve ser feito mas [VÍRGULA] como o Fabio disse [VÍRGULA] não esta [ESTÁ - AFF..APAGARAM-SE AS TECLAS DE ACENTO DO SEU TECLADO???] funcionando, está sendo em vão [PONTO DE NOVO - OUTRA IDÉIA, OUTRA SENTENÇA POR FAVOR!!!], [M]me parece que a maioria [MAIORIA DO QUE? DAS PESSOAS??? DOS CACHORROS??? DOS MAFAGAFOS???] que comenta [COMENTAM] está [ESTÃO] afim de tirar um sarro da cara dos jornalistas, e o maior problema é que mesmo com essa difamação os jornalistas continuam errando. [REALMENTE - COMO ERRAM, INCLUSIVE EU!!!!]
Resumindo, isso não funciona. [NÃO MESMO!!!!]
Fiquem com Deus meus Amiguinhos.
Pessoal do circo…gostei disso…tem uma vaga pra mim ai? remunerada, claro!!!!!
15 Julho, 2008 às 10:57 pm |
Demorei tanto que precisei copiar para que vcs possam se localizar.
“Willian Disse:
11 Abril, 2008 em 8:47 pm
eu quero uma melhora no policiamento em Araucária, poque acontese muitos assautos aqui e depois das 8:30pm você ve muitos homems e mulheres sobre o efeito da pedra, e tambem quero que o Olizandro saia da prefeitura.”
“Olga Camargo Disse:
12 Abril, 2008 em 2:02 pm
Eu tbém quero!”
“circodaimprensa Disse:
13 Abril, 2008 em 10:24 pm
Olga:
Qual das reivindicações é semelhante à sua vontade mesmo?”
Das reivindicações identificadas por mim:
1) Melhorias no policiamento de Araucária;
2) Saída de Olizandro da Prefeitura.
Das reivindicações semelhantes à minha vontade:
1) Melhorias no policiamento de Araucária;
2) Saída de Olizandro da Prefeitura.
Embora ache que qualquer um entenderia meu comentário, espero que tenha ficado claro dessa vez. Não quero pensar que houve alguma insinuação sobre qualquer outra coisa. Até onde sei, vcs não são de insinuar… NÉ?
Desculpe a demora da resposta. É que dessa vez ninguém me avisou. À propósito, quem foi o Circo da Imprensa que me fez essa pergunta tão pertinente? E qual foi o motivo de não assinar, Sr(a) Circo da Imprensa?
Aproveitando a oportunidade, deixo expressa minha admiração pela crítica rotineira adotada pelo projeto. Visitarei esse blog sempre que quiser ver as mesmas coisas sublinhadas, as mesmas ironias, as mesmas legendas, as mesmas… críticas. Ou seja, sempre que não tiver nada para fazer (tipo: agora).
Sem mais para o momento,
Olga Camargo
21 Julho, 2008 às 11:01 am |
Araucária, 21 de Julho de 2008, 11:00 hs.
Principal: 12/07/08
Entrelinhas: 13/07/08
Fórum: 15/07/08
Visitar um blog todos os dias: R$ 99,00 (preço do Adsl)
Constatar que ninguém escreve nada há uma semana: NÃO TÊM PREÇO.
Para quem quiser se divertir ainda existe o Marco Zero, disponível na padaria do Tupy, no boteco do Arvoredo e em quase todas as esquinas de Araucária!
23 Julho, 2008 às 9:43 am |
Parabéns!
8 tópicos e a entrelinhas em 2 dias, voltou a ficar divertido.
23 Julho, 2008 às 6:40 pm |
Nossa..moscas no ar…mas tudo bem….alguém sabe me dizer quem é o idiota que escreve essas coisas de baladas nesse jornaleco MZ? Fala sério..tem que falar pra esse cara que ele não vai passar na prova de redação do vestibular e se já passou….passou pagando…tipo uniandrade…e afins….
25 Julho, 2008 às 1:16 pm |
idem ao comentário do Ediclei!
25 Julho, 2008 às 1:39 pm |
Quem assina as matérias das Baladas é Jessé Antônio Padilha, Diretor do Jornal.
25 Julho, 2008 às 7:36 pm |
Daniel Zanella
O Encontro do Pseudo-Escritor Com o Crítico de Ocasião (resta saber quem é quem)
Abaixo-assinados? Procissões planejadas? O prefeito? Sinceramente, não esperava por artifícios tão complexos para me fazer sair da toca – uma simples idéia bastaria… Aqui estou, arrancado do meu retiro virtual, então divaguemos um pouco: Se eu fosse adolescente e fizesse parte da tribo dos “Emos” (só pra seguir alguma tendência da moda para contestadores existencialistas), iria querer saber: por que as dúvidas se tudo morre com o Juízo Final? Mas, já que essa hipótese é furada, provavelmente eu tenha sido coaptado pelos meus excessos filosóficos e as perguntas tenham sido dissolvidas na ilusão da expectativa de uma resposta. Enfim, a ausência é necessária, tanto quanto o silêncio. “Sombras e Neblinas” anestesiou a minha e, talvez a sua, percepção. Enquanto o Projeto esboça uma repetição de si mesmo, é natural que a platéia fique sonolenta, bem como, essa minha insistência em surrupiar fragmentos dos seus textos. Os cetáceos continuam seu bailado e eu mal consigo sentir o pulsar da água, tampouco o som estridente que os embala. Logo, como ir além de nossa mediocridade se o combustível que nos move está batizado? Aqui jaz mais uma tentativa de plágio…
26 Julho, 2008 às 3:47 pm |
Legal….começou a esquentar novamente….o sol claro..visto que o inverno está tímido esse ano..
Após ler o post anterior e procurando algo para “copiar e colar” no meu post…achei uma frase num site qualquer que dizia: “A SIMPLICIDADE É O MÁXIMO DA SOFISTICAÇÃO!!!”
Sendo assim, diante da minha ignorância, pobreza de palavras e dificuldade em assimilar textos parafraseados ao extremo que utilizam de metáforas, prosopopéias e outras figuras de linguagem (só lembrei dessas duas) acho que seria de bom tom que o Sr. Carlos Poly nos privilegiasse com uma síntese, em forma coloquial, daquilo que ele quis dizer no seu post..porque, sinceramente, eu não entendi P….nenhuma!!!!
28 Julho, 2008 às 9:18 am |
Quem escreveu o últimopost ?? Sandi, Angeline ou Zanella?? agora estão perdendo a coragem de mostrar a cara..
lamentável
28 Julho, 2008 às 12:00 pm |
Leco:
Não escrevemos comentários para nós mesmos. Não precisamos disso.
Agradecemos a visita.
28 Julho, 2008 às 12:48 pm |
Ediclei Avila
Efeito Ed Wood
Ao reler meu comentário anterior (sofrível), desta vez na ótica de um expectador comum que acabou de chegar, percebi que cumpri com meu objetivo. Afinal, eu e o Zanella estamos a desenvolver uma discussão medíocre, que vem se arrastando há algum tempo pelo universo circense. Logo, aquele texto foi direcionado exclusivamente a ele. Porém, essa batalha verborrágica está sendo travada diante duma platéia e, como não queremos expor nossa insignificância, utilizamos as armas literárias que temos. Portanto amiguinho, sinto lhe informar que procurar por sofisticação “davinciana” (segundo Leonardo da Vinci – explico, só para o caso de você não ter entendido), no meio de um “quebra-pau”, parece uma atitude estéril (que não dá frutos). Os sonetos de Machado de Assis são muito mais sofisticados que essa contenda de gosto duvidoso – e claro, incomparavelmente melhores. Ediclei, gostei de suas ironias (pertinentes) e atenderei parte da sua solicitação, uma dica: divagar também significa discorrer sem nexo… Mas, para o caso do interesse persistir, sugiro que você vasculhe todas as mensagens postadas neste fórum. Quem sabe se você pegar a trama do início consiga entender esse filme tipo B.
P.S. O título é uma referência ao “pior” cineasta de todos os tempos. Perdoe me se não fui coloquial o suficiente.
28 Julho, 2008 às 3:14 pm |
Carlos,
Realmente eu li todos (quer dizer, quase todos) os posts anteriores…não foi intenção ser irônico não, embora após ter lido o meu próprio post, também me achei im pouco irônico, afinal quem não gosta de ser??. Na verdade, nada em especial eu buscava, tampouco a sofisticação davinciana que vc comentou. Queria entender mesmo….mas, após relê-lo consegui captar, pelo menos a essência.
E conclui que muitas vezes entramos en
discussões que ao final delas, se lembrarmos porque as começamos já será uma grande coisa pois, poderemos perceber que o resultado, como vc mesmo disse, foi medíocre.
E quando ao título se Ed Wood foi um trocadilho ao meu nome Ediclei, agradeço, pois por pior que tenha sido Ed Wood ainda hoje ele é lembrado como o melhor pior que já existiu, ou seja, ele foi melhor em alguma coisa!!!!
28 Julho, 2008 às 3:42 pm |
Ediclei Avila
O título “Efeito Ed Wood” nada tem a ver com o seu nome. Foi apenas para reforçar a idéia de que a minha “pendenga” com o Zanella lembra um filme tipo B.
29 Julho, 2008 às 11:26 am |
Parabens Circo da Imprensa.
Fiquei sabendo do blog há pouco e gostei muito, visito todos os dias.
Espero que a imprensa se consientize e faça um trabalho mais responsavel.
Parabens!!
29 Julho, 2008 às 6:34 pm |
O que eu mais gosto é que de repente surge aqui um povo do além. Ediclei num papo com o Poli… Muito massa! (Meus amigos, absurdamente, cultos que perdoem minhas gírias, mas eu ainda sou da vila – não de Ávila, como o Ediclei – e continuo do mesmo tamanho).
Oh! E vamos falar sério, a imprensa araucariense é nojenta (excluindo você Poli, meu amigo querido. Rsss!), mas em época de campanha eleitoral consegue ficar bem pior. O que são as fotos da Rosane que colocam no “Correio”? Maldade pura. E as notas políticas???
Como, constantemente, diz uma de minhas alunas: – PELAMOR!!!
29 Julho, 2008 às 8:50 pm |
Por que o povo do circo não assina mais as postagens? Gostaria de saber quem fala com quem aqui… Aliás, gostaria de saber quem fala comigo também, se é que alguém fala…
29 Julho, 2008 às 8:56 pm |
Olha! Meu comentário está “esperando moderação”. Deve ser isso: acho que o alguém do circo me respondeu e talvez não passado pela moderação. Bem-feito: quem manda falar palavrão!
29 Julho, 2008 às 9:17 pm |
Olga:
As postagens sempre são assinadas.
Nos comentários, quando alguém se dirige especificamente a um dos membros do Circo, esta pessoa responde e assina. Quando são opiniões divergentes também. Mas quando é uma resposta da equipe ninguém assina, posto que já aparece no comentário “circodaimprensa disse”.
Mas falarei com o povo para assinarmos sempre.
Quem falou com você foi Angeline.
Abraço.
29 Julho, 2008 às 10:12 pm |
Carlos Poli…ok ok.. está entendido.
Ana Paula, do Além??? puxa vida tudo bem que eu sumi, mas não morri!!!
Pois é, quam diria eu, num papo com o Poli e o pior é que ele nem deve lembrar do mico que nos fez passar naquela peça de teatro do colégio…pelo menos não de mim…que PUF.evaporei!!!! E vc lembra??
Abraço
29 Julho, 2008 às 10:15 pm |
Ana Paula
Complementando:
Aquilo poderia ser chamado de TANGAS e COMÉDIAS..uma alusão aos TANGOS e TRAGÉDIAS!!!!
Percebe o porque do meu ódio com o Carlos Poli??
30 Julho, 2008 às 1:48 pm |
Ana Paula Frazão
Enquanto isso em mais um linhão da vida…
- E aí? Tá indo pra onde?
- Sei lá (pausa), acho que pro mesmo lugar aonde todos vão…
- Como assim?
- O ponto final…
- Nem todos, eu vou descer no próximo. Vou à igreja agradecer por mais um dia. Sabe como é, quero marcar uns pontinhos com o Homem lá de cima…
- Sei, reforçar a ilusão da vida eterna é um bom anestésico.
- Você é ateu?
- Sim, graças a Deus…
- Eu sou católico apostólico romano…
- Cada viciado com a sua droga.
- (pausa) Será que chove?
- Seria bom – o mundo está muito seco…
- Que nada, eu vi no noticiário que tá tendo enchente no sul.
- Seco! Expectativas secas…
- Tô ligado (Será que esse cara levou um fora?).
- Acho que você perdeu o seu ponto.
- P. q. pariu!!! Tudo bem… Eu sou otimista, sempre vejo o lado positivo das coisas. Sou um homem à frente do meu tempo…
- Claro… Não é deste tempo (logo, de tempo nenhum)…
- Mas, um dia reconhecerão as minhas idéias!
- Mas, não hoje…
- Acho que descerei no próximo ponto…
- Por enquanto eu quero ir até o fim!
Ana da vila – “absurdamente culto”, essa foi boa, só se for entre vírgulas. Que absurdo, surdo, surdo, surdo… O que? Fala mais alto! Tem muito barulho por aqui…
30 Julho, 2008 às 1:57 pm |
Ediclei
Acho que agora o Poli vai entender tudo. Trauma, isso é trauma. Estou tentando ser atriz até hoje. Rsss! E é isso aí, vão escrevendo daí e eu vou bisbilhotando daqui.
Abraços
(Tenho quase certeza que algum revoltadinho vai reclamar do nosso bate-papo).
30 Julho, 2008 às 2:32 pm |
Poli
Você anda muito complexo. Mas você acredita que eu, absurdamente, acho que quase que entendi?
(Ah! Agora tenho certeza que vão reclamar do bate-papo).
30 Julho, 2008 às 8:20 pm |
Expresso Alzheimer
Ana Paula Frazão
Desculpe me, a minha memória já não é mais a mesma. Esqueci de mencionar que a mensagem que lhe postei é a simulação dum monólogo – numa tentativa medíocre de fazer uma referência ao teatro do absurdo.
Ediclei Avila
Seu comentário deixou me constrangido. Ao menos você sente ódio por mim. Eu sequer lembro de quem é você, esqueci até de lhe dar uma resposta. Realmente a minha memória já não é mais a mesma. Lamentável.
Daniel Zanella
(pausa longa, muito longa) O que era mesmo que eu tinha pra lhe dizer???
30 Julho, 2008 às 9:55 pm |
(Prometo que não escrevo mais)
Poli
Teatro do absurdo é um nome que deram pra um teatro que não entendiam aqueles que até hoje acham que as coisas foram feitas para serem entendidas (não estou falando do Ediclei). Aqueles que acham que tudo precisa ter um rótulo, um nome, uma definição. Não faço questão de entender nada. E tenho para dizer que sua referencia a tal teatro nem ficou tão absurda assim. Rsss! Não passa de um monólogo dialogado.
Abraços Absurdinho
30 Julho, 2008 às 9:58 pm |
Opa!
Só mais uma coisinha
Tá liberado pro Zanella
30 Julho, 2008 às 10:32 pm |
Desculpe. Não ficou claro. Quem falou comigo AGORA (nesta última postagem) foi a Angeline ou quem fez aquela pergunta boba foi a Angeline? Ou as duas postagens foram da Angeline?
Segundo o espaço “Quem Somos” contido nesse blog, há quatro participantes. Mesmo que apareça no comentário “circodaimprensa disse”,acho fundamental que conste o nome do membro que postou para que eu possa pesar se eu devo empregar o meu tempo de puro ócio para responder, uma vez que já venho aqui desperdiçar o mesmo para verificar se me responderam. Sei bem que ninguém me obriga a isso, faço porque bebo muito café durante o dia e tenho dificuldades para dormir.
Enfim, se a pergunta sobre minhas reais vontades foi mesmo feita pela Angeline, o que posso dizer é que fiquei muito decepcionada. Não pela insinuação aparente, mas pelo seu teor. Ela já foi muito boa nisso. É uma pena…
Abraço!
“Sucesso”!
(Vai passar pela moderação, né? Ai, ai, ai…)
31 Julho, 2008 às 12:58 pm |
Ana Paula Frazão
Diálogos de liquidificador (enquanto o Zanella não vem)
Agora você entende porque “absurdamente culto” é um absurdo – mesmo que entre vírgulas… Eu tinha a incerteza que tal gênero da dramaturgia buscava desconstruir a loucura, o excesso de soluções e os conflitos em que estão imersos o ser humano e a sociedade – apontando os paradigmas e valores morais como causadores desta crise. Enfim, mais uma viagem existencialista de algum artista piradão. Na prática a teoria não é tão prática, que por sua vez é muito teórica. Socorro! Por que eu não calo a boca? Quanto blá, blá, blá…
- E a cantora careca?
- Continua com o mesmo penteado…
31 Julho, 2008 às 1:23 pm |
tem alguém falando comigo?
31 Julho, 2008 às 2:02 pm |
Digam que o papo não ficou melhor, menos carregado de acusações e injurias???
Carlos Poli…
Risos risos risos…você não acreditou quando eu disse que tinha ódio de você..por favor…foi no sentido “figurado”!!! Eu lembro porque a minha memória, por incrivel que pareça é ótima (inclusive eu sempre achei que ela é fotográfica), mesmo depois de tantos copos de cerveja que queimam nossos neurônios!!!! Não tenho ódio de ninguém, pelo contrário, muito pelo contrário eu apenas lembrei de uma trágica peça de teatro que você nos dirigiu quando eu estudava com a Ana Paula onde fomos convencidos a nos vestir de indios e indias de tanga e tudo…mas foi uma boa experiência..nada que desabonasse sua conduta!!
Ana Paula..
Que bom que está tentando ser atriz ainda, quem sabe um dia não a vemos em uma novela da globo ou da record ou em um cartaz na porta do Teatro Municipal de São Paulo como protagonista de um grande espetáculo, torço mesmo pra isso…pelo menos alguém ainda esta correndo atrás do seu sonho da época de adolescencia pois afinal, muitos de nós viramos chatos, sisudos, insuportáveis, e não guardamos quase nada daquilo que erámos antes (no meu caso eu continuo o mesmo viciado em video game, futebol e gibis da turma da mônica, só que com cabelos brancos)..E quanto ao trauma, as vezes seu ainda lembro e tenho pesadelos hehehe……E o seu ratinho branco de laboratório, ainda está vivo (viu que minha memória é fotográfica mesmo)?
31 Julho, 2008 às 4:55 pm |
Olga:
Desculpe, acho que não fui clara. Eu postei os dois comentários.
O primeiro foi uma tentativa frustada de piada.
Acho que me expressei mal…
Mas continuarei tentando.
Abraço
Angeline Suellen Pires
31 Julho, 2008 às 5:05 pm |
Poli e Ediclei
Não falem mais comigo. A Angeline e o Sandi vão me matar. Estamos acabando com o projeto deles. O negócio aqui é falar da imprensa e não de nossas insignificantes vidinhas. Reencontrei velhos amigos e perderei esses a pouco conquistados.
Mas…
Poli
Prefiro Beckett.
Ediclei
Morreu… faz tempo. Ah! Nada de TV, pesquiso teatro contemporâneo.
Abraços
31 Julho, 2008 às 8:14 pm |
Como diria aquele carinha da RedeTV…Ok Ok!!!
1 Agosto, 2008 às 4:14 pm |
Estou acompanhando os posts do circo quase todos os dias, estou meio viciada, rsss. E fiquei com algumas dúvidas:
Por que não dar uma resposta direta para a Olga?
Quem escreve as entrelinhas deveria dar continuidade ao que diz, por exemplo: Por que provocar o Poli se não vai dar nenhuma resposta para os posts dele? Mesmo ele implorando por uma, se é que eu entendi o que ele escreveu com seus textos malucos.
Por que que os leitores resolveram transformar o blog em uma sala de bate-papo? A Ana tem razão, daqui a pouco isso aqui vai virar um tipo de chat do msn.
O circo vai fazer alguma coisa para não deixar este espaço virar uma “chat”ice? Rsss.
Agora eu tenho uma sugestão, um dia desses me entregaram um santinho de um candidato que dizia o seguinte: “Não vou prometer nada que os outros prometem. Minha promessa é ser honesto”. Prometer ser honesto? E eu que pensei que as pessoas prometiam aquilo que não são acostumadas a fazer, tipo emagrecer, parar de fumar, etc… Isso é um bom material para ser criticado pelo circo.
Me perdoem se fui meio grosseira, acho que de tanto ler o que escrevem por aqui acabei incorporndo o espírito crítico tão presente neste espaço.
2 Agosto, 2008 às 8:19 am |
Realidade virtual
Ediclei Avila
Lembrei! Não de você… Mas, do espetáculo teatral apresentado pelos alunos da 8ª série, do Werka, em 1992, no Teatro da Praça, que contava o descobrimento da América, por Cristóvão Colombo. Naquela ocasião a Ana Paula foi a narradora e usou um figurino de época. Lamento informar, mas ela não usou tanga, deve ter sido alguma fantasia sua…
Maria Clara
Agradeço a dica. Preciso reformular minhas viagens metafóricas. Afinal, “implorar” por uma resposta é um “exagero”. Um passarinho falastrão me disse que o Daniel Zanella não costuma responder as minhas provocações aqui no Fórum, porque o faz em outro lugar. O mundo virtual é cheio de possibilidades… A propósito, gostei da sua pseudo-ingenuidade.
Ana Paula Frazão
Mencionar Beckett foi absurdamente genial – “Esperando Godot” – O encontro de amigos, num lugar indefinido, um diálogo trivial, a inutilidade de esperar por um sujeito que nunca virá e, um final perfeito:
- Vladimir: Então, devemos partir?
- Estragon: Sim, vamos – (eles não se movem).
Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
2 Agosto, 2008 às 9:29 am |
O circo da imprensa servir para reenconrarmos velhos amigos e trocarmos algumas palavras com pessoas que há muito, muito, muito tempo mesmo eu não via.
2 Agosto, 2008 às 2:39 pm |
CIRCODAIMPRENSA,
O espaço começou bem, discussão da lingüística, ótimo, até
Freud foi mencionado, “coisa de gente frustrada” em minha opinião.
Acho o objetivo de vocês bom, e pelo jeito ele foi alcançado, mexeu com o brio
Da gentinha, gentinha essa que tem certeza ser dona de grande QI, algumas até são
Mesmo, Do tipo, ”foi meu pai quem me indicou, e eu estou aqui até hoje, escondido de mim mesmo”.
Meeeeeeeuuuu Deeeeeeeeusssssss e a menina que acha as matérias dos jornais boas e bem elaboradas, gasta um pouquinho mais e compra um JORNAL pra ler, assim você vai ler um jornal que só você comprou, se é que você me entendeu fofa?
Pra sua informação meu bem na empresa onde eu trabalho estamos gastando a maior grana trazendo mão de obra qualificada de fora porque Araucária não tem, temos cansativamente tentado buscar uma solução junto à secretaria do trabalho, a qual nos parece pouco se importar se a cidade ta cheia de oportunidades de emprego pra quem mora aqui, sabe o que parece XUXA? Parece para nos que estamos atentos realmente a essa realidade, que o que importou foi encher a cidade de gente de fora pra aumentar a renda dessa gente pobre dono dos comércios entre eles as imobiliárias, e mais, o mais chocante é que maiorias dos forasteiros fizeram o que?! Hum?! Transferiram o “TITO DE INLEITOR”….óia que prefeito bãozinho,troxe nois pa cá,arrumo imprego pa nois,arrumo uma casa PA nois,e se nois vota nele ele logo arruma o insgoto…óh pái óh!!!!! Oh home bão….
Bom eu só vim pra provocar também… Claro… RS! E dizer Ctrl-c ou Ctrl-v ou não vocês estão incomodando e fazendo a diferença, do seu jeito, mas é isso ai…
VIXI! VIXI! TRETA, TRETA, VIXI!!!! RS…
2 Agosto, 2008 às 4:16 pm |
Sem título…
Adoro os alter egos. Um remédio muito eficaz no combate a frustração (entre aspas) nossa de cada dia. Eu deveria tentar também…
4 Agosto, 2008 às 9:01 am |
Carlos Poli…
Realmente foi isso mesmo e ela não usou tanga porque ela era cristóvão colombo e não os indios que estavam na américa quando foi descoberta…não foi fantasia não….eu era um dos índios!!!!!
4 Agosto, 2008 às 1:37 pm |
eu perguntei na comunidade do orkut em de Araucária e ninguém respondeu..a respeito de uma matéria em um dos pseudo-jornais que aqui são comentados….o que seria uma Oficina de Fuxico…serão aulas ministradas pelo leão lobo ou pela sonia abraao sobre fofocas….ou aulas sobre como fazer fuxico e passar despercebido….ou é uma palestra sobre a influência da revista fuxico na economia emergente do azerbaijão????
Afinal o que é uma oficina de fuxico????
4 Agosto, 2008 às 1:43 pm |
Ah…falando nisso, existia uma parte do texto que dizia..”Entre outras (oficinas) de interesse da comunidade”
Sugestão ai para a palhaçada…ops…circo:
Implantar uma oficina de jornais, pois voltar ao banco da escola não é vergonha pra ninguém e nunca é tarde para recomeçar!!!
(alguns aí vão pensar que é algo ligado à resciclagem, meio ambiente, tipo, resciclar o lixo produzido pela imprensa araucariense, mas não é isso não viu povo!!!!)
4 Agosto, 2008 às 2:11 pm |
Ediclei Avila
Fetiches
Não era a esse tipo de “fantasia” ao qual me referi. Desculpe me. Não pude evitar a deixa…
4 Agosto, 2008 às 5:33 pm |
Pedalar também deve ser um ótimo remédio para a frustração (entre aspas) nossa de cada dia.
Enfim, alguns assumem outros não, alguns se assumem outros nunca! Rs!
O fato é que se existe mesmo coragem e vontade em seguir qualquer carreira é melhor juntar as tralhas e se mandar de Araucária, porque aqui o único valor realmente que conta não é seu talento para o que quer que seja,o que conta mesmo é se você faz parte da política,ou pelo menos alguém da sua família,se que vocês entendem,então nunca vamos encontrar um trabalho realmente bom seja ele do gênero que for,se for pra colocar preço no seu trabalho que seja porque ele é bom e não porque você e de tal partido ou de tal família,é muito fácil um monte de gente por ter esse tipo de ligação sair por ai que é jornalista ou ator ou escritor etc,não importando qualidade até meu cachorro ta nessa.
Vixe,vixe!Treta,Treta,vixe!
4 Agosto, 2008 às 8:43 pm |
Carlos Poly..eu entendi a sua fantasia…
5 Agosto, 2008 às 2:43 pm |
Vocês deveriam falar dos jornais…
E desculpe Ediclei mais é reciclar…
5 Agosto, 2008 às 9:10 pm |
Raphaela…sabe que eu fiquei na duvida mesmo quando eu escrevi..mas achei que ficou mais bonito resciclar que reciclar entao mandei assim mesmo… mas como nem tudo que é bonito é o correto obrigado pela correção… e nao precisa pedir desculpa não…o pior erro de uma pessoa é achar que não deve ser corrigida quando merece!!!
6 Agosto, 2008 às 11:21 am |
É isso aí! Realmente… “resciclar” fez meus olhos doerem.
E, Raphaela, desculpe. Mas seu “mais” tbém tá errado. Acho que vc quis dizer “mas”.
Quero saber mais sobre os jornais, também. Fiquei sabendo de algo especial sobre as eleições… Não achei ainda. Já está por aí?
6 Agosto, 2008 às 10:26 pm |
hahahahaha…realmente Olga….eu tava tao preocupado com o resciclar que nao percebi o mais…por isso que eu sempre digo..quem tem telhado de vidro nao “taca” pedra no telhado dos vizinhos.
Agora, vamos combinar, existem pessoas que exageram às vezes não acha??….eu creio que um blog serve para relachar, ler, escrever e, também, ERRAR…porque HERRAR é UMANO…Agora, dizer que doeram seus olhos, me pareceu um pouco de exagero, porque dor nos olhos, como diz Dráuzio Varela, é sintoma de Dengue e não lembro de haver um surto de dengue em Araucária…
Puxa vida, fiquei pensando em que adjetivo posso usar para uma pessoa que sente dor nos olhos quando lê algo que está escrito herrado? putz…realmente não consegui achar….Mas a questão crucial é que todos erramos, às vezes em coisas que parecem muito simples para serem erradas e em outras que erramos porque realmente são complexas…Do jeito que as pessoas se expressam , às vezes dão a enteder que são extremamente perfeitas…só tiram 10 nas provas, produzem trabalhos perfeitos que não necessitam de retrabalhos, excrevem testos sempre ortograficamente rebuscados e se preocupam ao extremo em não cometer um errinho sequer para não ser apontado…O problema é que a pessoa, ao se achar perfeita e correta demais, comete o pior dos erros que é não perceber o que todo mundo sabe: Que ela aponta os erros dos outros porque seus defeitos e quem sabe seus prórios erros são tão grandes que ofuscam as suas qualidades e escondem o que realmente de bom ela tem.
Eu admito..erro, erro muito e se vc ler meus posts, vai ter que ter um colirio analgésico junto, porque seus olhos vào doer muito….muito mesmo…pois aqui no blog e no fórum é permitido errar, o problema é quando começamos apontar os erros dos outros aqui e esquecer de corrigir os nossos onde realmente importa…
Não sei se essa foi sua intenção (e eu viajei bastante mesmo), mas tive vontade de escrever isso..afinal….todos corrigem uns aos outros e às vezes esquecemos que somos normais, humanos, e ERRAMOS!!!
Não é Raphaela???
7 Agosto, 2008 às 1:43 pm |
Eu acho que esse fórum está se desviando do seu objetivo. Vamos prestar mais atenção na imprensa. Ficar de bate-papo é que faz doer os olhos. Vamos fazer deste espaço um local para expor opiniões importantes. Existem outros locais na internet para quem quer ficar trocando mensagens.
Ah, antes que eu me esqueça: Carlos Poli você me xingou ou me elogiou quando disse que gostou da minha pseudo-ingenuidade? Rssss. Não precisa responder. Aqui não é sala de bate-papo rssss.
8 Agosto, 2008 às 8:56 am |
Maria Clara se seus olhos estão doendo, você como a Olga, estão, ou com problemas de visão, quem sabe um colírio resolve, ou com Dengue.
Os próprios idealizadores do forum não tem postado mais aqui, pelo menos eu não vi (li) nada…proponha você uma discussão a respeito.. O que você viu na imprensa nessa ultima semana que chamou sua atenção? Você leu os jornais? (não vale agora correr para os jornais só pra me responder) Alguma informação de relevância, fora aquelas que são preparadas para parecerem relevantes? algum erro de impressão, ortográfico ou de concordâcia que pode vir a comprometer o bom andamento dos jogos olimpicos de Pequin? qual a sua opinião sobre o papel da imprensa Araucariense do cotidiano das pessoas e da sociedade? pronto ta aí..vamos discutir sobre a imprensa!!!!
8 Agosto, 2008 às 7:57 pm |
Pô, Ediclei! Você foi cruel! Primeiro: meus olhos doeram, sim. Mas eu não tenho necessidade de gritar ao mundo as minhas dores. Você nunca saberia se a Raphaela não tivesse mencionado. E eu só mencionei, porque meu objetivo era falar do “mais” dela. Achei que podia ligar as duas ocorrências. Na realidade, me importo (ou “importo-me”) muito pouco com os erros alheios. O que me interessa é a informação que está sendo passada e não a maneira que ela é passada. Não para consolo, mas saiba que, mesmo sabendo que se escreve “esclarecimento”, eu não consigo parar de escrever “esclareScimento”. E me doem os olhos! Dia desses, escrevi “desçer” ou invés de “descer”. Quero dizer que compreendo seu comentário. Concordo que as pessoas erram e que isso não interfere na qualidade da comunicação. Mas como a Raphaela me pareceu um pouco arrogante ao te corrigir, achei que ela devia perceber que também erra. Enfim… já que estamos aqui, meus olhos doeram porque eu li. Se eu tivesse ouvido, meus ouvidos doeriam. Meus ouvidos doem quando falo com atendentes de telemarketing da Brasil Telecom, também, não só pelo tempo – eternidade – que me fazem esperar, mas pela infinidade de gerundismos que ouço. Na verdade, acho que a união das duas coisas quase me leva à surdez! (Exagerada? Eeeeeeu? pfff…)
Falando em união… não é que o assunto se desvia, é que as coisas estão interligadas naturalmente. Fico pensando numa forma de uma discussão não ser, ao mesmo tempo, um bate-papo. E, por fim, qual é o outro objetivo de uma pergunta que não o da resposta? (Sim, eu gostaria de uma resposta!).
Qto aos jornais, acho que o Circo da Imprensa poderia organizar seus leitores para fazer um protesto em praça pública contra a irresponsabilidade dos jornais. Principalmente OMZ, O Pop e o Correio que, ultimamente, tem tirado até um analfabeto do sério! Só para eles notarem que não se trata só da opinião do grupo Circo da Imprensa, mas de uma unanimidade.
Vou levar uma cartolina escrito: “ABAIXO A IMPRENSA IRRESPONSÁVEL”.
Voltarei aqui em breve para ver se a idéia se desenvolve.
Abraço!
Olga Camargo
8 Agosto, 2008 às 8:01 pm |
Eu não mandei carinha nenhuma! Não se pode usar parênteses nessa coisa? (Quero resposta! eheheh… eh eh)
8 Agosto, 2008 às 8:24 pm |
Pô, Ediclei! Olha o “bate-papo”, cara!!! (carinha:
)
Ói (= óia, olha)! Por enquanto, tenho uma visão ótima, sem problema nenhum. Mas quando tenho enxaqueca (acreditem: enxaqueca não é “dor de cabeça de rico”), meus olhos doem e as pessoas só percebem porque mal consigo abri-los. Quando sai uma “viúva” ou tersol, meus olhos doem. As pessoas só percebem porque um deles incha. Quando uma “beronha avua” direto no meu olho, ele dói e as pessoas só percebem porque eles lacrimejam e me perguntam porque estou chorando e fazem aquelas brincadeirinhas tão originais. Conjuntivite não preciso nem falar né. E dói! Ler no ônibus também faz meus olhos doerem, dizem que é porque forço a retina. Estados gripais também… mas só um pouquinho. Portanto, permita-me a correção, não é somente dengue e problemas de visão que fazem os olhos doerem! Tá? E, achei que não precisaria dizer isso, mas “rescilar fez meus olhos doerem” foi uma expressão, um modo de dizer, uma hipérbole. Tudo bem! Eu confesso: meus olhos não doeram. Mas foi impossível ler o comentário sem voltar à palavra em questão e fazer uma careta. Pronto! Eu disse!
Tô brincando, Ediclei! Se vier com uma bronca de novo ou algum discurso de que todo mundo erra, aí eu vou começar a ficar brava. Desencana! Deixa estar! E depois as mulheres é que são complicadas!
8 Agosto, 2008 às 8:28 pm |
E quando eu mando carinha… a carinha não aparece…
A culpa é sua, Ediclei!
(eheheheh… eh eh)
11 Agosto, 2008 às 5:03 pm |
Aff….chocolate!!!!
12 Agosto, 2008 às 8:46 am |
Aff…biscoito!!!
Aff…caramelo!!!
Daqui a pouco o que vai doer é a barriga…
12 Agosto, 2008 às 5:08 pm |
Ah, antes que eu esqueça: eu proponho uma discussão sobre a coluna “Que política é essa?” do jornal O Marco Zero, do dia 7/8, página 2. Muitos erros de português. Legal que o autor assina como acadêmico de direito. Isso agora é profissão?
20 Agosto, 2008 às 4:12 am |
No forum Espaço da Imprensa,e em outros locais, li varias vezes o pessoal do Jornal O Marco Zero dizendo ser idependente!!
Hããã, idependente????
Bom, é melhor deixar de lado, pois este não é o foco do blog. Abraços!!!
27 Agosto, 2008 às 8:00 pm |
Olha o bolg é maneiro mas sera que os jornais so tem coisas ruins
nunca vi um elogio como se tudo o que sai das paginas fossem ruim
porque vc snao procuram o lado positivo e equilibram aocis a
29 Agosto, 2008 às 2:48 pm |
As coisas por aqui andam muito paradas. Vamos dar uma sacudida. A minha sugestão da semana vem do Jornal O Marco Zero, nº 31, página 3. A crônica “A comovente campanha de um candidato pé rapado” – É de chorar de rir, não pelos erros de português, mas é muito engraçado ver o dono do jornal pedindo para um cabo eleitoral escrever falando “bem” dele (quando a Olga ler seus olhos vão explodir de tanta dor e o Ediclei vai sentir os sintomas da dengue).
Outra coisa, ontem eu assisti na TV Araucária, o programa Fala Sério, e conheci o famoso Sandi, com seu violão. Canta direitinho. Só achei ele um pouco desanimado. O apresentador tem razão você é a cara do Renato Russo. Rsssss
2 Setembro, 2008 às 10:16 pm |
Não sei quanto aos demais, mas eu que não sou jornalista, estou me “policiando” quando escrevo algo, seja em blogs, e-mail, etc.
Um forte abraço a todos do Circo.
8 Outubro, 2008 às 10:37 am |
Eleições em Araucária
Já que ninguém mais participa deste fórum, vamos falar sobre o assunto da moda, quem sabe as coisas melhorem por aqui. Sou um cara comum, mas, que levo a política (relativamente)a sério , e admito que o tema me enoja as vezes. Depois de toda essa bagunça aqui na cidade tirei algumas conclusões, que gostaria de compartilhá-las, também neste espaço:
- A Justiça Eleitoral alertou oficialmente os eleitores de Araucária sobre o que poderia acontecer (ver nota publicada nos jornais da cidade e no próprio fórum);
- Mesmo que os jornais locais tenham pouca credibilidade. O documento foi publicado na íntegra e, devidamente assinado pela juíza;
- A juíza deu seu parecer baseada na Resolução nº 22.712, artigo 150, de fevereiro de 2008, do Tribunal Superior Eleitoral (ver http://www.tse.gov.br/downloads/eleicoes2008/r22712.pdf);
- Então por que deixaram o Albanor concorrer? Ora, porque ele entrou com recurso. Portanto, até o julgamento final, ele hipotéticamente é inocente, mas, ao que parece, não conseguiu provar esta suposta inocência antes das eleições;
- Mas, se os outros também tinham pendências judiciais, por que não tiveram o mesmo destino? Porque estas foram julgadas favoráveias aos dois candidatos;
- Mesmo com a proibição da Justiça Eleitoral(também publicada nos jornais), o candidato Albanor divulgou amplamente que era sim candidato e, que quem votasse no 45 não perderia o voto. Uma ótima estratégia para convencer/confundir o eleitor;
- Agora, essa pergunta é pessoal: Por que a grande imprensa da capital não está procurando a informação na fonte, ou seja, na Justiça Eleitoral? Por que ficar entrevistando os canditatos? Se eles são os que apresentam as versões menos confiáveis. Não concordam?
Depois de toda essa bagunça afirmo: – Chega de jogar a culpa nos outros. O grande culpado de toda essa “zona” eleitoral foi o proprio eleitor. Eleitor que não leva a política a sério, que não se informa sobre os candidatos. Que acredita em qualquer coisa.
Infelizmente os nazistas tinham razão: “Quando uma mentira é contada muitas vezes, ela torna-se verdade”.
8 Outubro, 2008 às 10:46 am |
Antes que meus amigos fiquem no meu pé, enchendo o saco.
É obvio que a galera circense já descobriu a minha identidade “quase” secreta. Mas, sabe como é, eu estava passando por aqui e não resisti a tentação. Só que, desta vez, eu não quero me expor.