O impacto que as imagens produzem no inconsciente coletivo é assunto de constante análise na imprensa. Sabe-se que existem várias formas de manipular a informação através da utilização de fotos que configurem pouca fotogenia, relatem momentos constrangedores sem profundidade informativa ou situações retiradas de seu contexto fotográfico e inseridas em outro panorama. Diante do princípio inabalável de transparência e não-editorialização do noticiário diário, como fazer pra evitar assumir posições através do fotojornalismo? Como fazer pra não cair na esfera reducionista de utilizar o recurso pobre de retratar os contrários com fotos negativas e os positivos com fotos carnavalescas?
Ainda bem que temos O Correio de Araucária pra lançar a luz numa questão tão obscura e mostrar ao mundo como se faz jornalismo isento e digno.
Por Daniel Zanella



10 Agosto, 2008 às 4:00 am |
É impressionante como nas pequenas coisas é que nos damos conta de como nossa mídia local é isenta… E depois tem gente fofoqueira dizendo que os jornais de Araucária são vendidos para a Prefeitura, veja só que maldade…