Quem tiver a oportunidade de visitar a redação de O Popular do Paraná poderá observar a capa emoldurada da primeira edição dos 10 anos de história do periódico. É de chorar. Se hoje o periódico desfruta da condição (suspeita) de melhor veículo local, é interessante observar o crescimento da marca, que acabou de lançar uma edição semanal em Fazenda Rio Grande, totalmente voltada à descoberta região e seu dia-a-dia somente conhecido dos leitores da Tribuna do Paraná.
Do que já podemos ver, o conteúdo será voltado ao estilo político do “morde e assopra” (conhecido como jeito Carlos do Valle de ser) e à cobertura policial instantânea, que é até o momento o melhor do periódico, com estranhos textos respeitosos, informativos e equilibrando bem a linguagem mais “povão” com a notícia de fato. Só a capa que não deixa duvidas de que é a marca Popular se estabelecendo em novas paragens.
Por Daniel Zanella


7 Junho, 2008 às 11:10 am |
GENTE, AGORA VAMOS VER A MESMA PORCARIA DE JORNAL NA FAZENDA RIO GRANDE…QUE LINDO NÉ???
9 Junho, 2008 às 11:59 am |
Eu diria que tem um futuro promissor, só não sei extamente o que anda prometendo…
10 Junho, 2008 às 7:54 pm |
Raphaela,
Você é de Fazenda Rio Grande?
Se você acompanhar os MZ’s x 2 de lá vai ver que “Dos males, o menor”.
14 Junho, 2008 às 2:14 pm |
“Estilo político do morde e assopra – estilo Carlos do Valle de ser”? Já ouvi isso sobre a mesma coisa e a mesma pessoa. E estou certa de que, na primeira vez, partiu de uma figura política que pretende concorrer a algum cargo nas próximas eleições. Coincidência? Devo considerar que, por ser um clichê, há 50% de chances de ser apenas coincidência, sim, já que vcs já declararam não serem vinculados a nenhuma vertente político-partidária. Não que eu condene o vínculo ou a ausência dele. Mas repudio a falta de coerência, que, justamente, a possibilidade de coincidência não deixa transparecer. Para mim, simpatizar é uma forma de vínculo. E se há vínculo, não há porque dizer que não há. Certo?