Não são raras as vezes em que nos deparamos com a sensação de inutilidade do Projeto Circo da Imprensa. O nível incipiente da imprensa local aliado ao que de pior há em vícios jornalísticos – ausência de revisão, inexistência de fontes isentas, preguiça em elaborar matérias mais profundas – e ao jornalismo paroquial que publica releases dos poderosos (abaixo mais um exemplo de matéria igual nos dois periódicos) fazem-nos acreditar que somos que nem peito de homem: não servimos pra nada, já que tudo permanece igual e se esforçando pra ser pior.

Não que também não pensemos que a imprensa araucariense também não sirva pra nada algumas vezes…

Por Daniel Zanella