“Belo como o encontro fortuito de um guarda-chuva e uma máquina de escrever sobre uma mesa do necrotério”

Lautréamont

De tempos em tempos, os leitores do blog nos cobram maior profundidade em nossas análises da mídia araucariense. Acreditam alguns de nossos leitores que o trabalho executado por nós (leia-se escracho da produção local) é semelhante a baixaria gratuita e de resultado pouco expressivo.

Mas, leitores, dêem um desconto ao nosso projeto: diante de algumas coisas que surgem no caminho fica difícil desenvolver algum tipo de análise mais substancial (e menos surreal). Às vezes, a sensação de ler algumas produções locais é a mesma de cantarolar Vinicius de Moraes enquanto se lê o manifesto surrealista de Lautréamont.

Indescritível. 

Por Daniel Zanella