As páginas policiais dos jornais de Araucária são quase sempre um terreno recheado de bizarrices. A violência exacerbada nos crimes cometidos é deprimente, mas não estou falando exatamente disso. Na verdade, estou me referindo à forma como eles são descritos pelos redatores dos jornais. Na edição dessa sexta-feira, 25 de abril de 2008, do jornal Correio de Araucária, há uma compilação de clichês digna da tradição das coberturas jornalísticas locais. Com o duvidoso intuito de “usar a língua que o povo fala”, o jornal aposta numa série de gírias para aproximar o texto do seu público-alvo. Olha o resultado:

 

 

 

 

 

Por Sandi Luiz Bartnik Godinho.