Muda: Ato de mudar; mudança; substituição de animais cansados, em jornadas longas, por outros descansados; renovação do pêlo, das penas ou da pele de certos animais; plantas tiradas do viveiro para plantação definitiva, troca (roupa). (definição retirada do Minidicionário Silveira Bueno)
Segundo a penúltima definição do dicionário acho que a frase não tem problema algum. Também quero saber o motivo do destaque! Aguardo respostas…
Esse post não demonstra um deslize gramatical, mas um fato da língua que torna a chamada engraçada. É claro que durante o artigo, o autor do mesmo deixa claro que está falando sobre plantas, mas a chamada contém a ambigüidade. Está postada aqui a título de curiosidade lingüística. Talvez, por se tratar de uma notícia, não fosse o mais adequado a ser usado; o jornalismo em geral não permite linguagem conotativa, talvez ficasse mais claro de outra forma.
Muito obrigado pelos seus comentários, são de grande utilidade e nos causam muito prazer.
Ainda não entendi. Se “plantadas” se refere às mudas, é óbvio que “mudas” se refere a plantas. Qual a conotação? Que fato da língua torna a chamada engraçada? Também quero rir.
Bom, talvez eu tenha visto cabelo em ovo. Achei que existisse uma ambigüidade em “mudas”. Como disse, é óbvio que a matéria explica que são plantas, mas quando li a chamada pela primeira vez, tive essa sensação de ambigüidade com o significado “mulheres impossibilitadas de falar”. Mesmo porque, o comum quando falamos de plantas é usar a expressão completa: “mudas de arruda”, “mudas de pinheiro” etc, ficando o “mudas” no sentido supra-mencionado.
Enfim, pode ser que só eu tenha achado estranho. Agradeço seus comentários novamente, precisamos ser observados tão atentamente, também.
Obrigado pela resposta meu caro Sandi. É claro que o sentido de ambigüidade está presente na frase. O que ocorre, como você mesmo explicou, é que apenas um sentido torna-se lógico e possível. É por isso que não vejo tanto motivo de alarde. E digo mais, talvez o autor da frase tenha se utilizado de uma figura de retórica chamada zeugma, que consiste na supressão de uma palavra facilmente subentendida, nesse caso a palavra ´´planta“, empregada anteriormente em qualquer parte do período.
Grande abraço a todos e parabéns pelo projeto
Passei pra dar uma olhadinha, a convite do meu velho amigo Sandi e adorei, gostei das trocas de ideia e do tema abordado, das criticas as noticias escritas com requintes de cruedade vinculadas aos jornais de nossa cidade, que sou leitor e ja tinha me divertido bastante com algumas notícias. Grande abraço pessoal.
Adriano.
3 Abril, 2008 às 9:54 pm |
Puxa agora que eu vi que o JA tem crise de identidade… além da crise cobrança, primeiro é de graça, depois cobram e novamente de graça.
Depois trocam o Nome de Jornal de Araucária para Correiro de Araucária.
Acho que a próxima será a mudança do Azul para Laranjado.
3 Abril, 2008 às 10:33 pm |
Quero saber o motivo dessa manchete ser destacada no site, porque eu quero, depois disso, postar a minha opinião.
3 Abril, 2008 às 11:17 pm |
Muda: Ato de mudar; mudança; substituição de animais cansados, em jornadas longas, por outros descansados; renovação do pêlo, das penas ou da pele de certos animais; plantas tiradas do viveiro para plantação definitiva, troca (roupa). (definição retirada do Minidicionário Silveira Bueno)
Segundo a penúltima definição do dicionário acho que a frase não tem problema algum. Também quero saber o motivo do destaque! Aguardo respostas…
4 Abril, 2008 às 10:03 pm |
Esse post não demonstra um deslize gramatical, mas um fato da língua que torna a chamada engraçada. É claro que durante o artigo, o autor do mesmo deixa claro que está falando sobre plantas, mas a chamada contém a ambigüidade. Está postada aqui a título de curiosidade lingüística. Talvez, por se tratar de uma notícia, não fosse o mais adequado a ser usado; o jornalismo em geral não permite linguagem conotativa, talvez ficasse mais claro de outra forma.
Muito obrigado pelos seus comentários, são de grande utilidade e nos causam muito prazer.
Até.
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
5 Abril, 2008 às 2:02 pm |
Ainda não entendi. Se “plantadas” se refere às mudas, é óbvio que “mudas” se refere a plantas. Qual a conotação? Que fato da língua torna a chamada engraçada? Também quero rir.
6 Abril, 2008 às 11:15 am |
Bom, talvez eu tenha visto cabelo em ovo. Achei que existisse uma ambigüidade em “mudas”. Como disse, é óbvio que a matéria explica que são plantas, mas quando li a chamada pela primeira vez, tive essa sensação de ambigüidade com o significado “mulheres impossibilitadas de falar”. Mesmo porque, o comum quando falamos de plantas é usar a expressão completa: “mudas de arruda”, “mudas de pinheiro” etc, ficando o “mudas” no sentido supra-mencionado.
Enfim, pode ser que só eu tenha achado estranho. Agradeço seus comentários novamente, precisamos ser observados tão atentamente, também.
Até.
Sandi Luiz Bartnik Godinho.
6 Abril, 2008 às 3:35 pm |
Obrigado pela resposta meu caro Sandi. É claro que o sentido de ambigüidade está presente na frase. O que ocorre, como você mesmo explicou, é que apenas um sentido torna-se lógico e possível. É por isso que não vejo tanto motivo de alarde. E digo mais, talvez o autor da frase tenha se utilizado de uma figura de retórica chamada zeugma, que consiste na supressão de uma palavra facilmente subentendida, nesse caso a palavra ´´planta“, empregada anteriormente em qualquer parte do período.
Grande abraço a todos e parabéns pelo projeto
7 Abril, 2008 às 9:56 am |
hmmmmm…
7 Abril, 2008 às 11:44 pm |
Passei pra dar uma olhadinha, a convite do meu velho amigo Sandi e adorei, gostei das trocas de ideia e do tema abordado, das criticas as noticias escritas com requintes de cruedade vinculadas aos jornais de nossa cidade, que sou leitor e ja tinha me divertido bastante com algumas notícias. Grande abraço pessoal.
Adriano.